SB: Deixe-me perguntar sobre solidão. Então, para onde quer que você viaje, você , graças à Deus, você tem uma equipe. Pessoas com quais esteve por muito tempo, Frank and Skip.. Mas não é como ter uma esposa em sua vida ou algo assim. Você se sente solidão? Ou há muita coisa acontecendo em sua vida que não deixa que isso aconteça?
MJ: Tipo solidão por não ter esposa? Por um par? Algo assim?
SB: Sim.
MJ: Eu passei por divórcios difíceis e eu acabei de sair do segundo. Mesmo casado com essas mulheres com as quais eu casei, eu ia para a cama magoado. Eu estava magoado. Ontem a noite eu fui dormir chorando e não dormi bem. E eu chorei Shmuley, por que eu sinto isso... E eu não estou tentando, eu estou dizendo a mais honesta verdade e se você não acredita pode perguntar ao Frank. Frank sabia o quanto eu estava magoado. Eu estava sentindo toda a dor de todas as crianças que sofrem e estava magoado demais. Por isso que eu estava tentando chegar em toda criança que eu conhecia que estava sofrendo, desde [Michael menciona uma garotinha que batalhando contra um câncer e cuja família ele conheceu na casa dele] a Gavin [o menino que acusou Michael]. Eu estava tentando tipo, chamar, telefonar e quando eu acordava a primeira que eu fazia era telefonar para a casa [da garotinha com cancêr] e naquele dia ela tinha morrido. Isso me machucou. Mas eu acho que é de onde o meu verdadeiro amor vem, Shmuley. Se eu puder ajudar dessa forma, eu fico bem e não preciso de outro amor romântico. Sabe se eu conheço uma garota em algum lugar e acho bonita, o que eu acho em muitas delas, é ótimo. Quero dizer, eu vou à um encontro ou algo assim. Nada de errado com isso. Jennifer Lopez outro dia estava incrivelmente linda, estava mesmo. Eu fiquei chocado por que eu nunca pensei que... Ela estava linda [Michael ri enquanto diz isso].
SB: Mas você desistiu de tentar que as mulheres te compreendam? Você tende a pensar que crianças vão te entender melhor?
MJ: Eu não sou fácil de conviver dessa forma para uma esposa. Eu não sou fácil e eu sei que não sou fácil. Por que eu dou todo o meu tempo para outra pessoa. Eu dou para as crianças, para alguém que está doente em algum lugar, para a música. E as mulheres querem ser o centro. E eu me lembro que Lisa Marie dizia "Eu não sou uma mobília. Eu não sou mobília. Você não pode..." Eu respondia, "Eu não quero que você seja mobília," e , sabe, havia uma garotinha doente ao telefone e ele ficou zangada e bateu o telefone na cara dela. E, sabe, eu sinto que essa é minha, essa é minha missão, Shmuley. Eu tenho que fazer.
SB: E se você encontrasse uma mulher que fosse branda, que fosse incrivelmente branda?
MJ: Como uma Madre Teresa ou uma Lady Diana ou... Isso seria ótimo. Seria perfeito.
SB: Seria melhor do que ter de fazer o que faz sozinho?
MJ: Absolutamente, e Lisa era ótima em ir em hospitais comigo, e ela era um doce nisso. Eles amarravam os bebês na cama ou acorrentavam crianças. Nós as libertávamos... Íamos libertando todos aqueles bebês. Eu odiava isso [crianças acorrentadas] e ela, ela descobriu muita dessa injustiça comigo. Países como a Romênia e Praga, Tchecolosváquia e todos esses, Rússia. Você tinha que ver o que eles fazem com as crianças nesses... Você ficaria chocado. Elas as acorrentavam ás paredes como animais, nuas e dormiam ali perto das próprias fezes. É muito triste, me deixava enjoado. Então comprávamos roupas e brinquedos e era só amor e amor. Eu as amava e voltava todo dia para vistá-las, e as abraçava querendo levar cada uma delas para Neverland.
SB: Quando você começou a se tornar uma estrela mirim, você percebia que sua infância estava escapando devagar? Você venceu um campeonato quando tinha 8 anos. Em 1964, você foi escolhido cantor líder da banda. Isso fez você ficar agitado ou você ficou preocupado? Você pensou consigo mesmo "Onde tudo isso vai dar? "
MJ: Eu não pensava nisso. Eu não pensava no futuro. Eu apenas vivia um dia de cada vez. Eu sabia que queria ser uma estrela. Eu queria fazer coisas e fazer as pessoas felizes.
SB: Você sabia o que iria te custar em termos de infância?
MJ: De jeito nenhum. De jeito nenhum.
MJ ao telefone: Diga aos caras para deixarem a música falar com eles e não, tipo, fazer tudo de vez. Ouça-a algumas vezes e deixe a melodia se criar. É assim, deixe a música falar com eles. Certo? Tchau!
SB: É esse o seu sonho que um dia, como parte de um futuro messiânico, com o tanto que você se importou. que todas essas crianças virão e viverão em Neverland e serão felizes para sempre?
MJ: Sim.
SB: E se você tivesse os recursos você faria...
MJ: Eu faria, Shumley. Eu faria. Eu adoraria.
SB: Lisa Marie era boa em pelo menos visitar. Então ela não tinha problemas em ir e fazer algumas dessas coisas de compaixão e dar a essas crianças amor e fazê-las se sentirem especial?
MJ: Ela não tinha problema algum em fazer isso, mas eu e ela tivemos muitas e grandes discussões, pois ela era muito territorial com os filhos dela. Os filhos dela eram o mais importante... E eu disse, "Não, todas as crianças são nossos filhos," e ela nunca gostou disso em mim. Ela fica brava com isso. E mais, ela brigou comigo uma vez quando dois garotos em Londres mataram um menino e eu iria visitá-los, pois a rainha tinha dado à eles uma sentença perpétua de adulto. Eles tinham entre 11 e 10 anos e eu iria à prisão visitá-los. Ela me disse, "Seu idiota. Está recompensando-os pelo que fizeram." Eu respondi, " Como ousa dizer isso? Eu aposto que se você traçar a vida deles vai ver que não tiveram os pais por perto, que não tiveram amor algum, ninguém para abraçá-los, para olhar nos e dizer 'eu te amo'. Eles merecem isso, mesmo pegando pena perpétua, eu apenas quero dizer 'eu te amo' e abraçá-los." Ela disse, "Bom, você está errado." Eu disse, "Não, você está errada." Então a informação que eles vieram de famílias desfeitas, que nunca foram cuidados quando crianças surgiu. O que os acalmava eram filmes do Chucky com todas aquelas facadas e matanças. E foi assim que eles ficaram condicionados.
SB: Ela admitiu depois que tinha uma razão?
MJ: Não, ela pensa que eu estou recompensando crianças ruins.
SB: Ela queria que você fosse um pai para os filhos dela?
MJ: Bom, isso foi perguntado à ela uma vez. Foi perguntando na TV e ela disse, "Não, eles têm pai. O pai deles é Keogh," o outro cara. Mas eu era muito bom com os filhos dela. Todos os dias eu trazia alguma coisa para eles e eles ficavam me esperando na janela e me abraçavam. Eu os amo e sinto tanta falta deles.
SB: Ela morava em Neverland ou era muito isolado?
MJ: Lisa não morou em Neverland. Nós visitávamos Neverland como... Morávamos na casa dela na cidade e de vez em quando visitávamos Neverland. Era como um grande final de semana divertido.
SB: E os filhos dela gostavam?
MJ: Está brincando? Eles pareciam estar no Céu!
SB: E você ficava feliz em mostrar o lugar para eles?
MJ: Uhum.
SB: Significava mais para você em de repente ter uma família para mostrar o que tinha?
MJ: Sim, sim. É um lugar feito para a família, para reunir, reunir as pessoas através do amor, de um espírito de brincadeira e da natureza. Faz as famílias se aproximarem, Neverland. É curativa.
SB: Visto que você idolatra a família, foi difícil para você quando teve que se divorciar?
MJ: De quem?
SB: De Lisa.
MJ: Se foi difícil para mim?
SB:Você viu a 'revelação' ( the writing on the wall)? Que você era diferente? Quero dizer, meu pais se divorciaram quando eu tinha 8 anos, Então eu romantizei muito o casamento.
MJ: Mesmo?
SB: Oh de forma fenomenal. É a base de todos os meus livros, casamento. Pois eu não consiga lidar com...
MJ: Então você acredita mesmo em casamento e em tudo isso? Você ama o casamento?
SB: É no que mais acredito no mundo. Eu acredito na família, eu acredito mesmo.
MJ: Eu acredito também, Shmuley.
SB: Foi o que eu não tive. Eu até escrevi sobre você em um dos meus livros no contexto de casamento, embora fosse antes de eu pensar em te conhecer. Esse era o ponto principal, era o começo do livro. Capítulo 1, o primeiro capítulo. Como começava? " No coração de nossas vidas há um forte e potente mistério. Michael Jackson sai do avião e trinta mil fãs esperam sua chegada. Ele se sente muito especial. Eles excitadamente gritam seu nome. Faltaram ao trabalho para cumprimenta´-lo e trazer alegria à sua chegada.Mas então do mesmo avião sai Mr. Jones. Não havia trinta mil pessoas esperando pelo desembarque dele. Na verdade, havia apenas uma mulher, a senhora Jones, quem estava esperando. Mas enquanto todos passavam, mesmo quando Michael Jackson passou, ela ignorou todos eles. Para ela o Sr. Jones era o mais importante, o mais emocionante do que a maior estrela do mundo."Eu usei você como exemplo de como o casamento transforma uma pessoa em celebridade. Em outras palavras para minha esposa, eu sou uma celebridade. Ela espera por mim em casa, ela tem uma foto minha na parede, sabe? Você se sente especial para uma pessoa. E na vida tudo o que precisa é um fã de verdade.
MJ: É verdade.
SB: E o segredo para a vida é que você não precisa de trinta mil, cem mil. Você tem isso, Michael. Mas você pode contar em uma mão pessoas que tem mesmo no mundo. Mas a idéia no casamento é que você tenha um fã. Um grande fã que te ponha em primeiro. E isso é o que se precisa. Um fã sincero e amável que te ama por quem você é, do que dezenas de milhares de pessoas que te amam pelo o que você faz. Esse foi o primeiro pensamento no mais importante livro que eu escrevi, Kosher Sex.
MJ: Isso é bonito, Shmuley. Obrigado.
SB: Eu nunca pensei que iria te conhecer antes disso, mas eu tenho falado sobre isso. Seu nome surgiu em cada palestra pelo mundo na pauta. Em outras palavras, meu ponto central era, casamento é onde uma pessoa se sente uma super estrela como Michael Jackson.
MJ: Isso é bonito.
SB: Mas eu acredito muito em casamento. Então quando o seu relacionamento com Lisa começou a ruir foi muito difícil? Seu idealismo sobre a família, e tudo o que você acreditava em construir uma intimidade em família que sempre quis, especialmente porque você sabia...
MJ: Eu queria filhos e ela não.
SB: Ela já tinha os dela.
MJ: Sim, e ela me prometeu isso antes de casarmos, que a primeira coisa que faríamos era ter filhos. Então eu fiquei com o coração partido e andava na época carregando bonecas e chorava, pelo tanto que eu os queria. Mas eu estava determinado em ter mais filhos. Me desapontou que ela não tenha cumprido a promessa que fizera para mim, sabe? Depois que nos divorciamos ela saía com a minha mãe o tempo inteiro. Eu tenho todas as cartas que dizem " Eu vou te dar nove filhos. Faço qualquer coisa que você quiser!" e é claro que a imprensa não sabe dessa história, e ela tentou por meses e meses, mas meu coração foi se endurecendo. Eu fechei a minha mente para toda essa situação.
SB: Então ela pensou que talvez vocês pudessem voltar?
MJ: Ahuh.
SB: Mas filhos era o maior problema?
MJ: Claro!
SB: Ela tinha os dela e pronto.
MJ: Ela tinha os dela e eu queria que todos nós sentíssemos que éramos uma grande família e ter mais. Só isso.Meu sonho é ter nove ou dez filhos, é o que eu quero.
SB: Você ainda é muito jovem. Você acha que isso irá acontecer?
MJ: Sim.
SB: Mas isso significa casar de novo.
MJ: Sim.
SB: Está feliz em fazer isso?
MJ: Uh huh... Ou adotar.
SB: É possível Michael, que você esteja atraindo o tipo errado de garota por ser uma celebridade?
MJ: É difícil. É por isso que é difícil, é difícil para mim. É difícil. Não é fácil para celebridades estarem casadas.
SB: Você acha que só poderia mesmo se casar com celebridades por que não precisariam tanto de você?
MJ: Isso ajuda, na minha opinião. E elas entendem o que você passa. Passaram o mesmo.
SB: Elas te ajudam pelos motivos certos, então?
MJ: Sim. elas não estão atrás de, sabe? Do dinheiro que você ganhou ou, sabe? [cantando "That´s what you are...] "É isso o que você é... "[ ele ganhou um Grammy por isso.]
SB: Certo, certo.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
CELEBRIDADE-RELACIONAMENTOS QUE DERAM ERRADO
'Eu perguntei Michael mais sobre seus amigos celebridades. Por que ele conseguia se conectar mais com elas do que com as não-celebridades?'
MJ: Sim, mas eu não tenho amigos em Hollywood. Muito poucos.
SB: Por que você não sai mais com celebridades?
MJ: Por que eu acho que eles não são autênticos. Eles gostam de estar em cartaz e eu não teria nada em comum com eles. Elas querem ir para clubes e depois sentar em algum lugar e beber licor e fumar maconha, e fazer todo tipo de loucuras que eu não faria.Não temos nada em comum. Se lembra daquilo que eu te disse? Madonna veio até mim antes de sairmos, "Eu não vou para a Disneylandia, okay? Isso está fora!" Eu disse, "Mas eu não te pedi para irmos à Disneylândia!" E ela disse, "Vamos à um restaurante e depois vamos para um bar de strippers!" Eu respondi, "Eu não vou à um bar de strippers!" Caras que se vestem de mulheres! Depois disso ela escreveu coisas ruins à meu respeito para a imprensa e eu escrevi que ela era uma 'bruxa indecente', depois de eu ter sido tão gentil com ela. Eu tenho que dizer que estavamos à mesa jantando quando algumas crianças se aproximaram, "Oh meu Deus, Michael Jackson e Madonna. Podem nos dar seus autógrafos?" Ela disse, "Saiam daqui. Nos deixem em paz!" E eu respondi, "Nunca fale assim com uma criança!" Ela me disse, " Cale a boca!" e eu respondi, " Não cale a boca você!" . Era assim que éramos. Então saímos dessa vez para a Academy Awards e ela não é uma pessoa legal. Eu tenho que dizer. Ela não é uma pessoa legal.
SB: As pessoas à sua volta achavam que era importante ser visto com ela?
MJ: Eles não sabiam nada. Isso era entre ela e eu.
SB: Então você se deu essa chance, mas não funcionou?
MJ: Sim, eu dei uma chance como uma tentativa e dei chance para tudo.
SB: Você basicamente viu que seus valores não batiam com os da maioria das pessoas em Hollywood.
MJ: Não, elas fazem coisas muito loucas que não é para mim e na época eu estava com Madonna e ela tinha uns livros, toda uma biblioteca de livros de mulheres amarradas nas paredes. Ela disse, " Eu adoro livros sobre palmadas!' Por que eu iria querer ver isso?
SB: Eu acho que muito disso é a imagem. Ela uma vez disse algo de efeito que ela preferia ler um bom livro do que fazer sexo. Eu acho que outra coisa vulgar é parte da ultrajante imagem que ela tenta cultivar.
MJ: Ela está mentindo sobre preferir ler um livro. Não posso julgar. Eu não sei se ela mudou ou se ela está tentando reivindicar que mudou.
SB: Por que ela faz coisas más?
MJ: Eu acho que ela gosta de valores chocantes e sabe como levar as pessoas. Eu acho que ela estava sinceramente apaixonada por mim. Ela faz coisas muito loucas e foi assim que terminou. Eu sabia que não tínhamos nada em comum. Mas eu tenho plena certeza que ter um filho te muda. Eu não sei o quanto ela mudou. Tenho certeza que ela é uma pessoa melhor do que antes.
SB: Ela tem dois filhos agora.
MJ: Sim, eu sei. Que tal receber um telefonema dela com ela dizendo que está pondo os dedos entre as pernas? Eu disse, " Oh, Madonna, por favor!" E ela respondeu, " O que eu quero que você faça quando eu desligar o telefone é que se toque pensando em mim!" Era o tipo de coisa que ela dizia. Ela faz. Quando eu a vejo ela diz, " Esse foi o dedo que eu usei ontem a noite!" Selvagem, fora de controle.
SB: Mas você foi criado de um jeito em que todas as coisas românticas deveriam ter uma certa modéstia... Os valores com que você foi criado são muito similares ao âmago dos valores judaicos. O tipo de coisa que Madonna dizia eram apenas chocantes de início. Então rapidamente ficaram monótonas e entediantes. É por isso que ela tem que abrir o envelope e se tornar mais e mais chocante apenas para sustentar nosso interesse nela. Quando as mulheres mostram os seios o tempo todo você pára de olhar. Você acha isso vulgar?
MJ: O quê ela faz? Absolutamente. Ela não é nem um pouco sexy. Eu acho que a sensualidade vem do coração na hora em que você se apresenta.
SB: Já encontrou mulheres que eram mais modestas para ser mais atraentes por esse motivo?
MJ: Sim. Eu não gosto de mulheres que vivem dizendo " Minhas unhas precisam ser feitas. Preciso fazer meus pés. Eu preciso de uma manicure!" Eu odeio tudo isso. Eu gosto quando as mulheres são mais molecas. Se elas lutam, escalam árvores... Eu adoro isso. É muito sexy para mim. Eu gosto de classe também. Classe é tudo.
SB: Se uma mulher anda com quase os seios a mostra...
MJ: O Frank adora!
'Michael aponta para Frank Cascio, que estava sentado bem perto de nós. Todos nós rimos.'
SB: Um homem pode querer ter sexo com uma mulher assim. Mas não significa que ele irá se apaixonar por uma mulher assim.
MJ: Claro que você quer olhar. Eu sou apaixonado por inocência e eu disse isso para o Frank.
SB: Já conheceu mulheres que tinham essa inocência ou em geral você diria que essa geração está cultivando mulheres que não são inocentes, que não são encorajadas a preservar a inocência delas?
MJ: Eu gostaria que elas preservassem.
SB: Celebridades são alvos para pessoas que querem casar pelos motivos errados, a fortuna e o nome delas. Mas você não sabe quando alguém está interessado em você pelos motivos errados?
MJ: Você não consegue saber.
SB: Os rabinos anciãos disseram que palavras que emanam do coração penetram no coração. Que sinceridade não pode ser falseada. Você não consegue dizer quando alguém está sendo falso?
MJ: É difícil, pois as mulheres de hoje conseguem fazer um bom trabalho na hora de falsear. Quero dizer que elas conseguem mesmo. Elas são suaves. Olhe na Bíblia. Mulheres tomaram os homens mais poderosos e os transformaram em nada por causa do que elas têm entre as pernas. Sansão, ninguém poderia cortar o cabelo dele, e então ele fez sexo com Dalila...
SB: Monica Lewinsky e Clinton... O que todo mundo reparou é que ela estava atrás dele, o que não desculpa Clinton, mas ela não era deslumbrante também.
MJ: Eu não te disse outro dia? Uma mulher causou tanta dor para esse presidente. O quanto uma mulher precisa fazer para tentar machucar um presidente? Olha o que ela causou, é por isso que eu não gosto de Barbara Walters, por que ela instiga muito. Ela faz tudo na televisão. Ela tentou vir aqui hoje e eu cancelei.
*******
MJ: E não gosto de clubes agora, eu fui quando tinha 11 , 8 anos, indo mais para trás, 9, 8. 7. 6 anos. Acontecem brigas, pessoas vomitam, falam alto, gritam, a polícia chega com sirenes. Nosso pai nunca nos deixou ser parte disso além de apenas ir lá, performar e ir embora. Mas às vezes quando tínhamos que ir você era envolvido nesse tipo de loucura. Eu vi tudo. A senhora que veio antes, quando os Jackson eram pequenos, " E agora, os pequenos Jackson5," era a senhora que tirava as roupas. Atirava a calcinha para a platéia e os homens a pegavam e a cheiravam. Eu vi tudo isso. O nome dela era Rose Marie e ela colocava aquelas coisas nos seios e os girava em círculos e mostrava tudo. Então quando eu fiz 16, 17 anos, os caras diziam, "Vamos ao clube!" E eu dizia, "Você está louco?" E os caras pensavam, " Não, você é que está louco? Podemos pegar as garotas, podemos beber licor," Mas eu fiz isso. Eu fui a clubes quando era um bebê ainda. Agora eu quero ser parte do mundo e da vida que eu não tive. Me leve para a Disney, me leve para onde a magia está.
=============
Bom, na entrevista para a Rolling Stone Madonna confirma que foi apaixonada por Michael Jackson.Pessoas, esse é o ponto de vista de Michael sobre Madonna, ele mesmo não quis julgá-la então por favor, manerem nos comentários sobre a mulher, okay?Não faça como minha filha que mandou ela [Madonna] para sabe Deus onde.
Obrigada!
MJ: Sim, mas eu não tenho amigos em Hollywood. Muito poucos.
SB: Por que você não sai mais com celebridades?
MJ: Por que eu acho que eles não são autênticos. Eles gostam de estar em cartaz e eu não teria nada em comum com eles. Elas querem ir para clubes e depois sentar em algum lugar e beber licor e fumar maconha, e fazer todo tipo de loucuras que eu não faria.Não temos nada em comum. Se lembra daquilo que eu te disse? Madonna veio até mim antes de sairmos, "Eu não vou para a Disneylandia, okay? Isso está fora!" Eu disse, "Mas eu não te pedi para irmos à Disneylândia!" E ela disse, "Vamos à um restaurante e depois vamos para um bar de strippers!" Eu respondi, "Eu não vou à um bar de strippers!" Caras que se vestem de mulheres! Depois disso ela escreveu coisas ruins à meu respeito para a imprensa e eu escrevi que ela era uma 'bruxa indecente', depois de eu ter sido tão gentil com ela. Eu tenho que dizer que estavamos à mesa jantando quando algumas crianças se aproximaram, "Oh meu Deus, Michael Jackson e Madonna. Podem nos dar seus autógrafos?" Ela disse, "Saiam daqui. Nos deixem em paz!" E eu respondi, "Nunca fale assim com uma criança!" Ela me disse, " Cale a boca!" e eu respondi, " Não cale a boca você!" . Era assim que éramos. Então saímos dessa vez para a Academy Awards e ela não é uma pessoa legal. Eu tenho que dizer. Ela não é uma pessoa legal.
SB: As pessoas à sua volta achavam que era importante ser visto com ela?
MJ: Eles não sabiam nada. Isso era entre ela e eu.
SB: Então você se deu essa chance, mas não funcionou?
MJ: Sim, eu dei uma chance como uma tentativa e dei chance para tudo.
SB: Você basicamente viu que seus valores não batiam com os da maioria das pessoas em Hollywood.
MJ: Não, elas fazem coisas muito loucas que não é para mim e na época eu estava com Madonna e ela tinha uns livros, toda uma biblioteca de livros de mulheres amarradas nas paredes. Ela disse, " Eu adoro livros sobre palmadas!' Por que eu iria querer ver isso?
SB: Eu acho que muito disso é a imagem. Ela uma vez disse algo de efeito que ela preferia ler um bom livro do que fazer sexo. Eu acho que outra coisa vulgar é parte da ultrajante imagem que ela tenta cultivar.
MJ: Ela está mentindo sobre preferir ler um livro. Não posso julgar. Eu não sei se ela mudou ou se ela está tentando reivindicar que mudou.
SB: Por que ela faz coisas más?
MJ: Eu acho que ela gosta de valores chocantes e sabe como levar as pessoas. Eu acho que ela estava sinceramente apaixonada por mim. Ela faz coisas muito loucas e foi assim que terminou. Eu sabia que não tínhamos nada em comum. Mas eu tenho plena certeza que ter um filho te muda. Eu não sei o quanto ela mudou. Tenho certeza que ela é uma pessoa melhor do que antes.
SB: Ela tem dois filhos agora.
MJ: Sim, eu sei. Que tal receber um telefonema dela com ela dizendo que está pondo os dedos entre as pernas? Eu disse, " Oh, Madonna, por favor!" E ela respondeu, " O que eu quero que você faça quando eu desligar o telefone é que se toque pensando em mim!" Era o tipo de coisa que ela dizia. Ela faz. Quando eu a vejo ela diz, " Esse foi o dedo que eu usei ontem a noite!" Selvagem, fora de controle.
SB: Mas você foi criado de um jeito em que todas as coisas românticas deveriam ter uma certa modéstia... Os valores com que você foi criado são muito similares ao âmago dos valores judaicos. O tipo de coisa que Madonna dizia eram apenas chocantes de início. Então rapidamente ficaram monótonas e entediantes. É por isso que ela tem que abrir o envelope e se tornar mais e mais chocante apenas para sustentar nosso interesse nela. Quando as mulheres mostram os seios o tempo todo você pára de olhar. Você acha isso vulgar?
MJ: O quê ela faz? Absolutamente. Ela não é nem um pouco sexy. Eu acho que a sensualidade vem do coração na hora em que você se apresenta.
SB: Já encontrou mulheres que eram mais modestas para ser mais atraentes por esse motivo?
MJ: Sim. Eu não gosto de mulheres que vivem dizendo " Minhas unhas precisam ser feitas. Preciso fazer meus pés. Eu preciso de uma manicure!" Eu odeio tudo isso. Eu gosto quando as mulheres são mais molecas. Se elas lutam, escalam árvores... Eu adoro isso. É muito sexy para mim. Eu gosto de classe também. Classe é tudo.
SB: Se uma mulher anda com quase os seios a mostra...
MJ: O Frank adora!
'Michael aponta para Frank Cascio, que estava sentado bem perto de nós. Todos nós rimos.'
SB: Um homem pode querer ter sexo com uma mulher assim. Mas não significa que ele irá se apaixonar por uma mulher assim.
MJ: Claro que você quer olhar. Eu sou apaixonado por inocência e eu disse isso para o Frank.
SB: Já conheceu mulheres que tinham essa inocência ou em geral você diria que essa geração está cultivando mulheres que não são inocentes, que não são encorajadas a preservar a inocência delas?
MJ: Eu gostaria que elas preservassem.
SB: Celebridades são alvos para pessoas que querem casar pelos motivos errados, a fortuna e o nome delas. Mas você não sabe quando alguém está interessado em você pelos motivos errados?
MJ: Você não consegue saber.
SB: Os rabinos anciãos disseram que palavras que emanam do coração penetram no coração. Que sinceridade não pode ser falseada. Você não consegue dizer quando alguém está sendo falso?
MJ: É difícil, pois as mulheres de hoje conseguem fazer um bom trabalho na hora de falsear. Quero dizer que elas conseguem mesmo. Elas são suaves. Olhe na Bíblia. Mulheres tomaram os homens mais poderosos e os transformaram em nada por causa do que elas têm entre as pernas. Sansão, ninguém poderia cortar o cabelo dele, e então ele fez sexo com Dalila...
SB: Monica Lewinsky e Clinton... O que todo mundo reparou é que ela estava atrás dele, o que não desculpa Clinton, mas ela não era deslumbrante também.
MJ: Eu não te disse outro dia? Uma mulher causou tanta dor para esse presidente. O quanto uma mulher precisa fazer para tentar machucar um presidente? Olha o que ela causou, é por isso que eu não gosto de Barbara Walters, por que ela instiga muito. Ela faz tudo na televisão. Ela tentou vir aqui hoje e eu cancelei.
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MJ: E não gosto de clubes agora, eu fui quando tinha 11 , 8 anos, indo mais para trás, 9, 8. 7. 6 anos. Acontecem brigas, pessoas vomitam, falam alto, gritam, a polícia chega com sirenes. Nosso pai nunca nos deixou ser parte disso além de apenas ir lá, performar e ir embora. Mas às vezes quando tínhamos que ir você era envolvido nesse tipo de loucura. Eu vi tudo. A senhora que veio antes, quando os Jackson eram pequenos, " E agora, os pequenos Jackson5," era a senhora que tirava as roupas. Atirava a calcinha para a platéia e os homens a pegavam e a cheiravam. Eu vi tudo isso. O nome dela era Rose Marie e ela colocava aquelas coisas nos seios e os girava em círculos e mostrava tudo. Então quando eu fiz 16, 17 anos, os caras diziam, "Vamos ao clube!" E eu dizia, "Você está louco?" E os caras pensavam, " Não, você é que está louco? Podemos pegar as garotas, podemos beber licor," Mas eu fiz isso. Eu fui a clubes quando era um bebê ainda. Agora eu quero ser parte do mundo e da vida que eu não tive. Me leve para a Disney, me leve para onde a magia está.
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Bom, na entrevista para a Rolling Stone Madonna confirma que foi apaixonada por Michael Jackson.Pessoas, esse é o ponto de vista de Michael sobre Madonna, ele mesmo não quis julgá-la então por favor, manerem nos comentários sobre a mulher, okay?Não faça como minha filha que mandou ela [Madonna] para sabe Deus onde.
Obrigada!
domingo, 13 de dezembro de 2009
MULHERES E CONFIANÇA
SB: O quê você acha de homens que são infiéis às suas esposas?
MJ: Eu não acho legal. Mas eu entendo. Eu sei que é uma resposta estranha.
SB:Você tem mulheres que se apaixonam o tempo todo por esse mega star, então você não julga homens que são infiéis, pois às vezes você atribui isso às mulheres que se fazem disponíveis?
MJ: Eu não os julgo por que as mulheres conseguem fazer certas coisas que deixam os homens muito tristes. Eu tenho visto isso com meus irmãos. Tenho visto meus irmãos chorarem, pulando a cerca em lágrimas de frustração por causa de suas esposas.
SB: Você acha que as esposas estavam mais interessadas no sucesso deles do que neles mesmos?
MJ: Absolutamente. Elas estavam atrás do dinheiro deles. É por isso que eu dizia para eu mesmo que eu nunca me casaria. Eu segurei o máximo que pude. Eu fiquei em casa até os 27, 28 anos.
SB: Então parte da atração por Lisa Marie foi que ela tinha o próprio dinheiro e fama e voce não precisaria ficar ansioso pelo fato de que ela estaria interessada em você pelos motivos errados?
MJ: Absolutamente, e ela não levou um centavo quando nos divorciamos. Ela não queria nada. Ela consegue mais ou menos um milhão de dólares por ano com a memória do Elvis, as vendagens e tudo mais. Ela tem o dela. Ela não está aqui para tomar , sabe.
SB: Então quase que parece que havia apenas uma garota no mundo inteiro que voce poderia casar, pois até uma mulher rica iria querer o seu nome. Você precisava de alguém que já tivesse dinheiro e um nome. Você procurava uma Presley ou uma McCartney ou algo assim.
MJ: Eu sei. Lisa era ótima. Ela era uma pessoa doce. Mas é difícil me amarrar. Eu não consigo ficar em um lugar só é por isso que eu não sei se eu posso mesmo ficar completamente casado em tempo integral.
SB: Você queria ser um pai para os filhos dela?
MJ: Sim.
SB: Voce ainda tem contato com as crianças dela?
MJ: Sim. E com ela.
SB: Mas casamento confina muito?
MJ: Sim. Eu não sei nem se sou disciplinado o bastante, por que eu sou como um 'pedra rolante'. Eu tive um tipo de vida bem corrida onde estou sempre me mudando e as mulheres não gostam disso. Elas querem que você se fixe em um lugar o tempo todo, mas eu tenho que me mudar. Eu tenho estado na mesma cidade onde está minha casa e então eu vou para um hotel só para sentir que estou indo para algum lugar. Minha casa é bem ali. Eu acho que tenho que continuar me mudando o tempo todo.
SB: Você se acostumou a isso. Esse é seu estilo de vida.
MJ: Eu adoro estar me mudando, adoro.
SB: Me impressiona que você leve seus filhos para todo lugar que você vai. Então você está se mudando, mas é quase que seu lar se mude com você. Prince e Paris não se fixam por causa disso, pois a origem da segurança deles está sempre com eles. Mas enquanto as famílias que não recursos para isso, e a maioria não tem? Eles não tem que viajar com os filhos para lá e para cá. Homens de negócios que tem de viajar, voam de econômica para poder custiar suas próprias passagens, e não podem levar seus filhos com eles sempre. Eles deveriam não viajar?
MJ: Me sinto mal pelos filhos deles. Me sinto mal por eles. Eu sempre pergunto para os pilotos e comissários de bordo como é que eles fazem? Os filhos deles sofrem. Absolutamente. Eles sofrem.
SB: Voce não faria isso se Prince e Paris fosse sofrer. Você só faz por que tem recursos para levá-los com você.
MJ: Eu não consegueria magoá-los assim.
SB: Voce quer que eles encontrem uma 'Rose Fine', uma figura maternal?
MJ: Isso seria ótimo. Seria legal. Se a pessoa for completamente sincera como a senhorita Fine era, que lêsse para eles e os ensinasse, e passasse para eles os valores corretos e ensinasse que não há diferenças, que somos todos iguais. Ela costumava carinhar meu rosto e nunca entendi por que. Ela costumava dizer que eu tinha mãos lindas.E eu dizia " Por que, todas as mãos não são parecidas?" Mas agora eu percebo o que ela queria dizer porque eu faço o mesmo com os meus filhos. Eu carinho o rosto deles assim, pois eles são tão doces. [risos] Eu nunca entendi por que ela fazia isso comigo. Então você cresce e percebe que isso é algo afetuoso de se fazer, dizer 'eu te amo'.
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MICHAEL SEMPRE FALANDO BEM DA LISA E ELA SEMPRE FALANDO MAL DELE. ODEIO ISSO E MORRI DE RAIVA QUANDO MICHAEL DISSE QUE QUERIA SER PAI DOS FILHOS DELA. QUE RAAIIVA... UASHUAHUSHAUHSUAHUSHUAHSUH
MJ: Eu não acho legal. Mas eu entendo. Eu sei que é uma resposta estranha.
SB:Você tem mulheres que se apaixonam o tempo todo por esse mega star, então você não julga homens que são infiéis, pois às vezes você atribui isso às mulheres que se fazem disponíveis?
MJ: Eu não os julgo por que as mulheres conseguem fazer certas coisas que deixam os homens muito tristes. Eu tenho visto isso com meus irmãos. Tenho visto meus irmãos chorarem, pulando a cerca em lágrimas de frustração por causa de suas esposas.
SB: Você acha que as esposas estavam mais interessadas no sucesso deles do que neles mesmos?
MJ: Absolutamente. Elas estavam atrás do dinheiro deles. É por isso que eu dizia para eu mesmo que eu nunca me casaria. Eu segurei o máximo que pude. Eu fiquei em casa até os 27, 28 anos.
SB: Então parte da atração por Lisa Marie foi que ela tinha o próprio dinheiro e fama e voce não precisaria ficar ansioso pelo fato de que ela estaria interessada em você pelos motivos errados?
MJ: Absolutamente, e ela não levou um centavo quando nos divorciamos. Ela não queria nada. Ela consegue mais ou menos um milhão de dólares por ano com a memória do Elvis, as vendagens e tudo mais. Ela tem o dela. Ela não está aqui para tomar , sabe.
SB: Então quase que parece que havia apenas uma garota no mundo inteiro que voce poderia casar, pois até uma mulher rica iria querer o seu nome. Você precisava de alguém que já tivesse dinheiro e um nome. Você procurava uma Presley ou uma McCartney ou algo assim.
MJ: Eu sei. Lisa era ótima. Ela era uma pessoa doce. Mas é difícil me amarrar. Eu não consigo ficar em um lugar só é por isso que eu não sei se eu posso mesmo ficar completamente casado em tempo integral.
SB: Você queria ser um pai para os filhos dela?
MJ: Sim.
SB: Voce ainda tem contato com as crianças dela?
MJ: Sim. E com ela.
SB: Mas casamento confina muito?
MJ: Sim. Eu não sei nem se sou disciplinado o bastante, por que eu sou como um 'pedra rolante'. Eu tive um tipo de vida bem corrida onde estou sempre me mudando e as mulheres não gostam disso. Elas querem que você se fixe em um lugar o tempo todo, mas eu tenho que me mudar. Eu tenho estado na mesma cidade onde está minha casa e então eu vou para um hotel só para sentir que estou indo para algum lugar. Minha casa é bem ali. Eu acho que tenho que continuar me mudando o tempo todo.
SB: Você se acostumou a isso. Esse é seu estilo de vida.
MJ: Eu adoro estar me mudando, adoro.
SB: Me impressiona que você leve seus filhos para todo lugar que você vai. Então você está se mudando, mas é quase que seu lar se mude com você. Prince e Paris não se fixam por causa disso, pois a origem da segurança deles está sempre com eles. Mas enquanto as famílias que não recursos para isso, e a maioria não tem? Eles não tem que viajar com os filhos para lá e para cá. Homens de negócios que tem de viajar, voam de econômica para poder custiar suas próprias passagens, e não podem levar seus filhos com eles sempre. Eles deveriam não viajar?
MJ: Me sinto mal pelos filhos deles. Me sinto mal por eles. Eu sempre pergunto para os pilotos e comissários de bordo como é que eles fazem? Os filhos deles sofrem. Absolutamente. Eles sofrem.
SB: Voce não faria isso se Prince e Paris fosse sofrer. Você só faz por que tem recursos para levá-los com você.
MJ: Eu não consegueria magoá-los assim.
SB: Voce quer que eles encontrem uma 'Rose Fine', uma figura maternal?
MJ: Isso seria ótimo. Seria legal. Se a pessoa for completamente sincera como a senhorita Fine era, que lêsse para eles e os ensinasse, e passasse para eles os valores corretos e ensinasse que não há diferenças, que somos todos iguais. Ela costumava carinhar meu rosto e nunca entendi por que. Ela costumava dizer que eu tinha mãos lindas.E eu dizia " Por que, todas as mãos não são parecidas?" Mas agora eu percebo o que ela queria dizer porque eu faço o mesmo com os meus filhos. Eu carinho o rosto deles assim, pois eles são tão doces. [risos] Eu nunca entendi por que ela fazia isso comigo. Então você cresce e percebe que isso é algo afetuoso de se fazer, dizer 'eu te amo'.
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MICHAEL SEMPRE FALANDO BEM DA LISA E ELA SEMPRE FALANDO MAL DELE. ODEIO ISSO E MORRI DE RAIVA QUANDO MICHAEL DISSE QUE QUERIA SER PAI DOS FILHOS DELA. QUE RAAIIVA... UASHUAHUSHAUHSUAHUSHUAHSUH
sábado, 12 de dezembro de 2009
FIGURAS MATERNAS
SB: Você acha que é mais fácil se achegar a figuras maternais em sua vida como Elizabeth Taylor, sua própria mãe a quem você sempre elogia, e sua irmã Janet? Acha que mulheres são mais como crianças do que os homens? Elas são mais gentis, menos competitivas e más? Você esteve cercado por algumas mulheres más, também, que se comportam de uma forma masculina agressiva, como a Madonna. Você me disse que ela consegue ser má. Isso é um traço feminino ou você acha que ela tem mesmo esse leve traço masculino nela? Você acha mais fácil se achegar à mulheres?
MJ: Às vezes sim, às vezes não. Depende da idade. Eu tenho visto algumas mulheres que são muito amargas e más e que se tornam damas mais tarde. Elas se centram e se tornam pessoas boas. Eu tenho visto isso nas ex esposas dos meus irmãos que eram horríveis. Elas eram como pesadelos quando eram mais jovens. Com a idade elas se tornaram pessoas boas. Mas eram horríveis, terríveis. Então com o tempo elas apenas elevam o nível, e é isso o que eu gosto quando elas se tornam realmente boas.
SB: Mas, intuitivamente, você acha mais fácil lidar com mulheres? Elas são mais brandas que os homens? Quero dizer, eu pessoalmente acho as mulheres naturalmente mais acalentadora, mais refinadas, possuidoras de um grande espírito de nobreza, eu tenho que te dizer.
MJ: Eu estou tentando ser muito honesto com você.
SB: Mas muitos de nossos amigos mais próximos são mulheres, parece.
MJ: Mulheres são mais suaves que os homens. Sim, isso é verdade.
SB: Você acha que uma estrela mirim tão bonitinha quanto Shirley Temple, você acha que um menino conseguiria ser tão bonitinho quanto?
MJ: Sim, mas ele não teria o mesmo... Shirley Temple tinha algo que era para ser doado para nós, uma alegria que nos fazia sorrir.
SB: Você protege mais Paris por ela ser menina?
MJ: Paris se vira sozinha muito mais do que Prince. Alguém poderia vir e empurrá-lo que ele não levantaria. Ela não aceita esse tipo de coisa. Ela briga, é durona, muito durona. É verdade, cara. Prince deixaria que tirassem muita vantagem dele e ele não diria nada.
SB: Então ele puxou o pai, igual à você.
MJ: Eu era assim. Minha sempre me dizia, "Não deixe as pessoas te magoarem. Você é como eu, demais." E ela chorava. "Você é igual à mim. Eu não quero que você seja assim." Por que as pessoas tiram vantagem.
SB: Mas você nunca ficou mais durão. Parece que você prefere que tirem vantagem de você do que você tirar vantagem de alguém. Dói quando tiram vantagem de nós. Mas não dói tanto quanto ser uma pessoa má e agressiva. Um espírito de maldade é uma forma interna de corrupção e faz ser impossível ser feliz. Note que pessoas ruins nunca parecem ser felizes. Elas são tristes e procuram fazer as outras pessoas tão infelizes quanto elas.
MJ: Sim, eu prefiro sofrer. Eu odeio dizer isso, pois eu sofri muito. Deus, eu tenho sofrido, mas eu prefiro sofrer.
SB: Você tem visto o lado feio das pessoas.
MJ: Eu tenho visto o pior... O pesadelo da condição humana, da alma humana. Eu nunca pensaria que o homem comum seria capaz de se comportar de tal maneira.
SB: Crianças nunca fizeram isso com você, Michael. Você nunca viu o lado feio delas? A menos que sofram influência dos pais.
MJ: A menos que você veja um grupo de garotos juntos, eles escolhem entre si e só para impressionar um ao outro mostram que tiveram uma má criação. Se eu fosse criar as crianças para fazer algumas das coisas que você tem ouvido nas notícias, eles seriam completamente diferentes. Eles não seriam concebidos para fazer tal coisa. Se eu fosse criado na Jamaica teria um sotaque diferente. Se eu fosse inglês eu não.... É tudo questão de ambiente, mas a genética tem boa parcela nisso, e ensinar, abraçar, tocar e olhar nos olhos e dizer 'Eu te amo, eu preciso de você, você está aqui por que eu te amo.' Como eu digo para Prince e Paris, "Sabe por que eu comprei isso para você?" eles respondem, " Por que você me ama!" e eu digo, "Sim, foi por isso que eu comprei!" Eles precisam saber disso. Eu gostaria de ter ouvido mais isso. Minha mãe é ótima. Ele é santa. Ela é uma santa.
MJ: Às vezes sim, às vezes não. Depende da idade. Eu tenho visto algumas mulheres que são muito amargas e más e que se tornam damas mais tarde. Elas se centram e se tornam pessoas boas. Eu tenho visto isso nas ex esposas dos meus irmãos que eram horríveis. Elas eram como pesadelos quando eram mais jovens. Com a idade elas se tornaram pessoas boas. Mas eram horríveis, terríveis. Então com o tempo elas apenas elevam o nível, e é isso o que eu gosto quando elas se tornam realmente boas.
SB: Mas, intuitivamente, você acha mais fácil lidar com mulheres? Elas são mais brandas que os homens? Quero dizer, eu pessoalmente acho as mulheres naturalmente mais acalentadora, mais refinadas, possuidoras de um grande espírito de nobreza, eu tenho que te dizer.
MJ: Eu estou tentando ser muito honesto com você.
SB: Mas muitos de nossos amigos mais próximos são mulheres, parece.
MJ: Mulheres são mais suaves que os homens. Sim, isso é verdade.
SB: Você acha que uma estrela mirim tão bonitinha quanto Shirley Temple, você acha que um menino conseguiria ser tão bonitinho quanto?
MJ: Sim, mas ele não teria o mesmo... Shirley Temple tinha algo que era para ser doado para nós, uma alegria que nos fazia sorrir.
SB: Você protege mais Paris por ela ser menina?
MJ: Paris se vira sozinha muito mais do que Prince. Alguém poderia vir e empurrá-lo que ele não levantaria. Ela não aceita esse tipo de coisa. Ela briga, é durona, muito durona. É verdade, cara. Prince deixaria que tirassem muita vantagem dele e ele não diria nada.
SB: Então ele puxou o pai, igual à você.
MJ: Eu era assim. Minha sempre me dizia, "Não deixe as pessoas te magoarem. Você é como eu, demais." E ela chorava. "Você é igual à mim. Eu não quero que você seja assim." Por que as pessoas tiram vantagem.
SB: Mas você nunca ficou mais durão. Parece que você prefere que tirem vantagem de você do que você tirar vantagem de alguém. Dói quando tiram vantagem de nós. Mas não dói tanto quanto ser uma pessoa má e agressiva. Um espírito de maldade é uma forma interna de corrupção e faz ser impossível ser feliz. Note que pessoas ruins nunca parecem ser felizes. Elas são tristes e procuram fazer as outras pessoas tão infelizes quanto elas.
MJ: Sim, eu prefiro sofrer. Eu odeio dizer isso, pois eu sofri muito. Deus, eu tenho sofrido, mas eu prefiro sofrer.
SB: Você tem visto o lado feio das pessoas.
MJ: Eu tenho visto o pior... O pesadelo da condição humana, da alma humana. Eu nunca pensaria que o homem comum seria capaz de se comportar de tal maneira.
SB: Crianças nunca fizeram isso com você, Michael. Você nunca viu o lado feio delas? A menos que sofram influência dos pais.
MJ: A menos que você veja um grupo de garotos juntos, eles escolhem entre si e só para impressionar um ao outro mostram que tiveram uma má criação. Se eu fosse criar as crianças para fazer algumas das coisas que você tem ouvido nas notícias, eles seriam completamente diferentes. Eles não seriam concebidos para fazer tal coisa. Se eu fosse criado na Jamaica teria um sotaque diferente. Se eu fosse inglês eu não.... É tudo questão de ambiente, mas a genética tem boa parcela nisso, e ensinar, abraçar, tocar e olhar nos olhos e dizer 'Eu te amo, eu preciso de você, você está aqui por que eu te amo.' Como eu digo para Prince e Paris, "Sabe por que eu comprei isso para você?" eles respondem, " Por que você me ama!" e eu digo, "Sim, foi por isso que eu comprei!" Eles precisam saber disso. Eu gostaria de ter ouvido mais isso. Minha mãe é ótima. Ele é santa. Ela é uma santa.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
PENSANDO NA MULHER PERFEITA
SB: O mesmo princípio de não se super expor. Você aconselharia as mulheres que têm relacionamentos devem fazer o mesmo? Você diria para as pessoas que estão entediadas umas com as outras, " Sabe, 50% dos casamentos terminam em divórcio e muito disso é por que maridos e esposas se cansam um do outro. Eles se sentes desgastados e entediados." Você diria que se houvesse mais mistério, se aprendessem a se segurar deixar espaço para se descobrirem, então haveria mais aventura na relação?
MJ: Sim, sim. Eu acho que se afastar é bom. Como dizem, "A ausência faz coração ficar mais afetuoso." Eu acredito totalmente nisso. Se afastar é realmente importante. Não entendo como as pessoas conseguem ficar juntas o dia inteiro e ficar bem. Eu acho legal e bonito...
SB: Você já viu casamentos assim?
MJ: Eu já vi casais, sim. Eu não sei como eles conseguem. Pois criativamente eles tem que fazer muitas coisas.
SB: Então mulheres com quem você saiu, aquelas que foram espertas o suficiente para se jogarem para cima de você, foram as que você mais tinha interesse, aquelas que não estavam sempre disponíveis e você tinha que persegui-las um pouco?
MJ: Aquelas que tinham classe e eram quietas e não nessa coisa toda sexual e toda essa loucura, pois eu não estou nessa.
SB: Elas são as que mais te despertam interesse?
MJ: Aha. Eu não entendo muitas coisas que acontecem nos relacionamentos e não sei se um dia eu vou entender. Eu acho que foi que me machucou nos meus relacionamentos, pois eu não entendia como as pessoas fazem certas coisas.
SB: Coisas más?
MJ: Coisas más e vulgares com seus corpos. Eu não entendo e isso feriu meus relacionamentos.
SB: Então para você amor é algo muito puro?
MJ: Muito puro. Algumas coisas me chocam.
SB: E enquanto à Diana, aquele tipo de mulher, a dignidade dela, a inocência dela? Você vê isso com freqüência nas pessoas que não têm uma relação séria?
MJ: Não, não vemos isso e é isso o que eu adoro. Eu acho que ela se importava de verdade com os sentimentos das pessoas e tentou mesmo fazer do mundo um lugar melhor. Eu realmente acredito que o coração dela estava aberto para as pessoas. Dava pra ver em algumas fotos dela tocando o rosto daqueles bebezinhos e eles lá sentados no colo dela com ela os segurando. Aquilo não era farsa. Dava pra ver. Quando você vê a rainha sair com aquelas luvas brancas acenando à distância, você pode ver o coração. Dá para ver. Você pega seu dinheiro e vai para aquelas cabanas, naquelas valetas e se senta lá com eles e acaba dormindo por lá. Isso é fazer alguma coisa. Isso é o que eu faço. Se lembra quando você disse que viu uma foto minha na China em uma cabana, na cabana de uma senhora? Eu fui lá, toquei naquelas pessoas e as visitei.
SB: Quando você está num encontro, você é capaz de ver quem é o empresário de nariz empinado, olhar para baixo é tudo, ele manipulará, mentirá, seja o que for, e há aqueles que são puros, mais inocentes, que você quer fazer negócios? Você consegue perceber imediatamente? Ou, ao contrário, você olha com olhos de criança e vê bondade em todo mundo, que é por causa disso que às vezes você termina com pessoas que não são tão legais?
MJ: Isso é verdade. Funciona dos dois jeitos, mas dá para detectar e sentir isso em outra pessoa. Há um homem em L.A que trabalha numa loja de vinis e deve estar em seus 50 anos e tem espírito de um garoto de 11 anos. Eu sempre olho para ele e ele para mim e há uma telepatia acontecendo. Ele fala como uma criança e jeito que move os olhos. Eu digo para eu mesmo, "Isso é tão interessante." Eu gostaria de conhecê-lo melhor e descobrir o que é isso. Quero dizer. É incrível. Eu sinto. Eu sinto em diretamente em crianças, claro. Eu escolho isso, eu gosto e as crianças podem apontar isso em você.
SB: É quase como um alívio. Aqui há alguém que entende?
MJ: Sim. Os olhos delas brilham quando você chega e querem brincar e podem sentir isso.
SB: Michael, você conheceu uma mulher assim, que ama as mesmas coisas, que brinca de esconce-esconde com você, que adora as guerras d'água com você?
MJ: Ainda não. As que eu tive tinham ciúmes das crianças. Todas elas. Elas tem ciúmes dos próprios filhos e começam a competir com eles. Isso me deixa intrigado.
SB: Teoricamente, se você fosse Adão no Jardim do Éden e você encontra Eva, essa seria sua mulher ideal?
MJ: Absolutamente. Eu ainda não encontrei mulheres que gostam de brincar... Eu acho que os homens são mais aptos à serem palhaços. Mesmo quando são mais velhos, nos 30 anos, uma mulher chegaria e diria " O quê está fazendo? Não faça isso. Está louco?" E o cara responde, "O quê, estamos só nos divertindo!"
SB: As mulheres acham que é imaturidade se comportar assim, não?
MJ: Sim, mas se olhar na história você nunca verá uma verdadeira serial killer.
SB: Sim, mas elas não brincam como os meninos brincam.
MJ: Eu sei que não.
SB: Mesmo na tenra idade elas brincam com bonecas e fazem o casamento de Barbie e Ken. Em outras palavras, se os garotos estiverem brincando de cuspir um no outro, a s garotas dizem, " Parem com isso!" Mesmo quando querer ser mais adultas. É quase como contra o gênero delas. Você já encontrou garotas que gostassem das brincadeiras de ‘mau gosto’ que você gosta? Já encontrou uma mulher que coleciona quadrinhos?
MJ: É raro. Se eu achar uma vou ficar doido. Especialmente, se ela tem aquelas qualidades e é bonita por dentro. Seria como correr para o lar. É por isso que os homens saem. Por que eles não podem fazer isso.
SB: Falando de pais e mães. Mães são melhores nos serviços de casa, com as crianças e são mais acolhedoras. Mas a parte mais 'rude' é deixada para os pais. Elas chegam à pista de dança e se acabam, fazem castelos de areia. Não é interessante? Isso cria um desequilíbrio. Ao contrário, são as garotas na escola que sempre ridicularizam os rapazes por serem imaturos. "Olhe para esses garotos. Olhe como se comportam.". Talvez as mulheres tenham que aprender a arte de ser brincalhonas assim como os homens.
MJ: Você acha que isso está embutido nelas biologicamente? Biologicamente, como uma casta, não acha que as mulheres são apenas uma espécie diferente?
SB: Elas são definitivamente diferentes, mas a questão é, "Por que elas não querem brincar?" O engraçado é: quando brincam, é quando flertam. Em outras palavras, se você vai atrás delas num recinto e há algo romântico acontecendo, então elas desviam de você e ficam de gracinhas. mas especificamente quando é romântico. Elas não fazem isso uma com as outras. Você não vê duas garotas correndo pelos cômodos, brincando de esconde-esconde ou brincando de lutar, elas foram preparadas para de repente fazer isso com um namorado. Muitas fãs - as mulheres que têm interesse em você - fariam todas essas coisas só para te deixar feliz. Mas você não sabe se elas estão fazendo isso por que estão curtindo. Parece que só o romance consegue fazer com que as mulheres sejam brincalhonas. Mas então, às vezes isso incomoda os homens, pois as mulheres provocam e , sabe, elas têm esse poder sobre você com todos esses joguinhos. Eu tenho que achar quatro ou cinco mulheres que caibam neste capítulo aberto que sejam bem sucedidas, mas têm que reter as qualidades infantis e, até agora, encontramos uma. Quando você pensa em Bill Clinton você não pensa em um cara que seja muito brincalhão? Ele vai ao McDonald's e faz caminha e...
MJ: Andando de bicicleta pela Casa Branca. Você já viu? Ele estava andando de bicicleta antes da próxima reunião. Há uma ótima foto dele na Vanity fair. Pode pensar em Hillary fazendo isso? Não, não em um milhão de anos. Eu posso pensar em garotinhas se juntando á ele. Garotas que são molecas.
SB: Okay, quando são molecas. Mas quando ficam mais velhas, elas ainda brincam do mesmo jeito?
MJ: Você acha que isso está no coração delas que elas não possam ser elas mesmas e serem dignas?
SB: O quê as mulheres parecem querer mais do que qualquer coisa a não ser se apaixonarem? Elas não procuram ser brincalhonas do mesmo jeito. Mas uma vez apaixonadas um lado brincalhão e despreocupado é liberado.
MJ: Eu tenho que brincar.
SB: Há uma diferença no jeito que os fãs homens e as fãs mulheres se relacionam com você?
MJ: Às vezes. Mas eu estou descobrindo hoje, e é tão verdade, que os homens hoje estão mudando e eu tenho observado isso acontecer pela carreira. Os homens gritam com a mesma adulação que as mulheres em muitos países. Eles não têm vergonha de gritar "Eu te amo". Há caras que me perseguem.
SB: Mas as fanáticas são as mulheres?
MJ: Sim, elas são leias. Mulheres leais. Elas têm sido leais. São ativistas. Elas brigam com você por minha causa.
========
O Comentário chato - e sem sentido- de Boteach para este capítulo foi que ele fala sobre a 'misoginia' de Michael, ou seja. ele não é gay, mas também não aprecia estar com mulheres ( um exemplo de misógeno: Eminem), enquanto vemos que é Boteach que fala mais coisas 'negativas' sobre as mulheres e não Michael. Michael faz perguntas querendo descobrir mais sobre elas, e é Boteach quem faz comentários meio misóginos.Não foi um comentário justo e isso é claro neste capítulo.
MJ: Sim, sim. Eu acho que se afastar é bom. Como dizem, "A ausência faz coração ficar mais afetuoso." Eu acredito totalmente nisso. Se afastar é realmente importante. Não entendo como as pessoas conseguem ficar juntas o dia inteiro e ficar bem. Eu acho legal e bonito...
SB: Você já viu casamentos assim?
MJ: Eu já vi casais, sim. Eu não sei como eles conseguem. Pois criativamente eles tem que fazer muitas coisas.
SB: Então mulheres com quem você saiu, aquelas que foram espertas o suficiente para se jogarem para cima de você, foram as que você mais tinha interesse, aquelas que não estavam sempre disponíveis e você tinha que persegui-las um pouco?
MJ: Aquelas que tinham classe e eram quietas e não nessa coisa toda sexual e toda essa loucura, pois eu não estou nessa.
SB: Elas são as que mais te despertam interesse?
MJ: Aha. Eu não entendo muitas coisas que acontecem nos relacionamentos e não sei se um dia eu vou entender. Eu acho que foi que me machucou nos meus relacionamentos, pois eu não entendia como as pessoas fazem certas coisas.
SB: Coisas más?
MJ: Coisas más e vulgares com seus corpos. Eu não entendo e isso feriu meus relacionamentos.
SB: Então para você amor é algo muito puro?
MJ: Muito puro. Algumas coisas me chocam.
SB: E enquanto à Diana, aquele tipo de mulher, a dignidade dela, a inocência dela? Você vê isso com freqüência nas pessoas que não têm uma relação séria?
MJ: Não, não vemos isso e é isso o que eu adoro. Eu acho que ela se importava de verdade com os sentimentos das pessoas e tentou mesmo fazer do mundo um lugar melhor. Eu realmente acredito que o coração dela estava aberto para as pessoas. Dava pra ver em algumas fotos dela tocando o rosto daqueles bebezinhos e eles lá sentados no colo dela com ela os segurando. Aquilo não era farsa. Dava pra ver. Quando você vê a rainha sair com aquelas luvas brancas acenando à distância, você pode ver o coração. Dá para ver. Você pega seu dinheiro e vai para aquelas cabanas, naquelas valetas e se senta lá com eles e acaba dormindo por lá. Isso é fazer alguma coisa. Isso é o que eu faço. Se lembra quando você disse que viu uma foto minha na China em uma cabana, na cabana de uma senhora? Eu fui lá, toquei naquelas pessoas e as visitei.
SB: Quando você está num encontro, você é capaz de ver quem é o empresário de nariz empinado, olhar para baixo é tudo, ele manipulará, mentirá, seja o que for, e há aqueles que são puros, mais inocentes, que você quer fazer negócios? Você consegue perceber imediatamente? Ou, ao contrário, você olha com olhos de criança e vê bondade em todo mundo, que é por causa disso que às vezes você termina com pessoas que não são tão legais?
MJ: Isso é verdade. Funciona dos dois jeitos, mas dá para detectar e sentir isso em outra pessoa. Há um homem em L.A que trabalha numa loja de vinis e deve estar em seus 50 anos e tem espírito de um garoto de 11 anos. Eu sempre olho para ele e ele para mim e há uma telepatia acontecendo. Ele fala como uma criança e jeito que move os olhos. Eu digo para eu mesmo, "Isso é tão interessante." Eu gostaria de conhecê-lo melhor e descobrir o que é isso. Quero dizer. É incrível. Eu sinto. Eu sinto em diretamente em crianças, claro. Eu escolho isso, eu gosto e as crianças podem apontar isso em você.
SB: É quase como um alívio. Aqui há alguém que entende?
MJ: Sim. Os olhos delas brilham quando você chega e querem brincar e podem sentir isso.
SB: Michael, você conheceu uma mulher assim, que ama as mesmas coisas, que brinca de esconce-esconde com você, que adora as guerras d'água com você?
MJ: Ainda não. As que eu tive tinham ciúmes das crianças. Todas elas. Elas tem ciúmes dos próprios filhos e começam a competir com eles. Isso me deixa intrigado.
SB: Teoricamente, se você fosse Adão no Jardim do Éden e você encontra Eva, essa seria sua mulher ideal?
MJ: Absolutamente. Eu ainda não encontrei mulheres que gostam de brincar... Eu acho que os homens são mais aptos à serem palhaços. Mesmo quando são mais velhos, nos 30 anos, uma mulher chegaria e diria " O quê está fazendo? Não faça isso. Está louco?" E o cara responde, "O quê, estamos só nos divertindo!"
SB: As mulheres acham que é imaturidade se comportar assim, não?
MJ: Sim, mas se olhar na história você nunca verá uma verdadeira serial killer.
SB: Sim, mas elas não brincam como os meninos brincam.
MJ: Eu sei que não.
SB: Mesmo na tenra idade elas brincam com bonecas e fazem o casamento de Barbie e Ken. Em outras palavras, se os garotos estiverem brincando de cuspir um no outro, a s garotas dizem, " Parem com isso!" Mesmo quando querer ser mais adultas. É quase como contra o gênero delas. Você já encontrou garotas que gostassem das brincadeiras de ‘mau gosto’ que você gosta? Já encontrou uma mulher que coleciona quadrinhos?
MJ: É raro. Se eu achar uma vou ficar doido. Especialmente, se ela tem aquelas qualidades e é bonita por dentro. Seria como correr para o lar. É por isso que os homens saem. Por que eles não podem fazer isso.
SB: Falando de pais e mães. Mães são melhores nos serviços de casa, com as crianças e são mais acolhedoras. Mas a parte mais 'rude' é deixada para os pais. Elas chegam à pista de dança e se acabam, fazem castelos de areia. Não é interessante? Isso cria um desequilíbrio. Ao contrário, são as garotas na escola que sempre ridicularizam os rapazes por serem imaturos. "Olhe para esses garotos. Olhe como se comportam.". Talvez as mulheres tenham que aprender a arte de ser brincalhonas assim como os homens.
MJ: Você acha que isso está embutido nelas biologicamente? Biologicamente, como uma casta, não acha que as mulheres são apenas uma espécie diferente?
SB: Elas são definitivamente diferentes, mas a questão é, "Por que elas não querem brincar?" O engraçado é: quando brincam, é quando flertam. Em outras palavras, se você vai atrás delas num recinto e há algo romântico acontecendo, então elas desviam de você e ficam de gracinhas. mas especificamente quando é romântico. Elas não fazem isso uma com as outras. Você não vê duas garotas correndo pelos cômodos, brincando de esconde-esconde ou brincando de lutar, elas foram preparadas para de repente fazer isso com um namorado. Muitas fãs - as mulheres que têm interesse em você - fariam todas essas coisas só para te deixar feliz. Mas você não sabe se elas estão fazendo isso por que estão curtindo. Parece que só o romance consegue fazer com que as mulheres sejam brincalhonas. Mas então, às vezes isso incomoda os homens, pois as mulheres provocam e , sabe, elas têm esse poder sobre você com todos esses joguinhos. Eu tenho que achar quatro ou cinco mulheres que caibam neste capítulo aberto que sejam bem sucedidas, mas têm que reter as qualidades infantis e, até agora, encontramos uma. Quando você pensa em Bill Clinton você não pensa em um cara que seja muito brincalhão? Ele vai ao McDonald's e faz caminha e...
MJ: Andando de bicicleta pela Casa Branca. Você já viu? Ele estava andando de bicicleta antes da próxima reunião. Há uma ótima foto dele na Vanity fair. Pode pensar em Hillary fazendo isso? Não, não em um milhão de anos. Eu posso pensar em garotinhas se juntando á ele. Garotas que são molecas.
SB: Okay, quando são molecas. Mas quando ficam mais velhas, elas ainda brincam do mesmo jeito?
MJ: Você acha que isso está no coração delas que elas não possam ser elas mesmas e serem dignas?
SB: O quê as mulheres parecem querer mais do que qualquer coisa a não ser se apaixonarem? Elas não procuram ser brincalhonas do mesmo jeito. Mas uma vez apaixonadas um lado brincalhão e despreocupado é liberado.
MJ: Eu tenho que brincar.
SB: Há uma diferença no jeito que os fãs homens e as fãs mulheres se relacionam com você?
MJ: Às vezes. Mas eu estou descobrindo hoje, e é tão verdade, que os homens hoje estão mudando e eu tenho observado isso acontecer pela carreira. Os homens gritam com a mesma adulação que as mulheres em muitos países. Eles não têm vergonha de gritar "Eu te amo". Há caras que me perseguem.
SB: Mas as fanáticas são as mulheres?
MJ: Sim, elas são leias. Mulheres leais. Elas têm sido leais. São ativistas. Elas brigam com você por minha causa.
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O Comentário chato - e sem sentido- de Boteach para este capítulo foi que ele fala sobre a 'misoginia' de Michael, ou seja. ele não é gay, mas também não aprecia estar com mulheres ( um exemplo de misógeno: Eminem), enquanto vemos que é Boteach que fala mais coisas 'negativas' sobre as mulheres e não Michael. Michael faz perguntas querendo descobrir mais sobre elas, e é Boteach quem faz comentários meio misóginos.Não foi um comentário justo e isso é claro neste capítulo.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
POST 35- 'QUEDINHAS' E AMOR INFANTIL
SB: O quê Cindy Crawford queria com você noite passada?
MJ: Eu tenho visto Cindy de longe muitas vezes, e ela estava com outros caras, e nos conhecemos por outras funções... à distância. Eu acho que ela sentiu que essa era a chance dela de me conhecer de verdade. Ela provavelmente me admira. Muitas pessoas vem até mim. O que você viu não foi nada.
SB: Você tem visto celebridades se comportarem assim, como um bando de cães, procurando por alguém que seja mais famoso do que elas? Foi tão degradante.
MJ: Sim! É pior!
SB: Sobre o quê ela falou?
MJ: [imitando a voz de Cindy] "Como vai você?" e eu respondi, " Estou ótimo!". "Oh tem certeza que está bem?, Oh, Eu adoro o seu trabalho, e eu amo o que você faz. Há tempo está na cidade?" Eu respondi, " Estou trabalhando aqui. Estou gravando!"
SB: Você acha que houve um interesse romântico?
MJ: Siiiim. Eu acho que sim.
SB: Ela estava te pedindo para sair?
MJ: Essas garotas flertam... Elas flertam. Ela é bonita.
SB: Foi descarado. Um banqueiro que estava conosco à mesa me disse, "Cindy Crawford de perto é apenas outra garota!" Eu disse, "O quê ela faz aqui?"
MJ: Você viu Donald Trump chegar?
SB: Agora ele é um homem interessante.
MJ: Uma mulher que eu realmente gostava e respeitava era a Princesa Diana.
SB: Por que?
MJ: Por que ela tinha classe e sinceramente se importava com as pessoas e as crianças e nos problemas que estavam acontecendo no mundo. Ela não fazia para mostrar. Eu gostava como ela fazia as crianças esperarem em fila para fazerem alguma coisa.
SB: Podemos dizer que houve uma leve atração romântica mesmo que inocente? Ou você não quer dizer isso? Você quer apenas dizer que pensava que ela era uma mulher muito especial?
MJ: Eu achava que ela era muito especial.
SB: Ela era do tipo bem feminina?
MJ: Muito feminina e com classe. Era o meu tipo com certeza, e eu não gosto da maioria das garotas. Há muito poucas que se encaixam nesse molde. É preciso um molde muito especial para me fazer feliz e ela era uma delas. Com certeza.
SB: Por causa do amor delas por crianças?
MJ: Precisa de muito para se achar alguém parecido, um reflexo. As pessoas sempre dizem que os opostos se atraem e eu acho que isso é verdade, também. Mas eu quero alguém que seja bem como eu, que tenha os mesmos interesses e que queira ajudar, e tem que ir a hospitais comigo e cuidar de Gavin [o último acusador de Michael]. Foi por isso que viu Lisa Marie comigo nesse tipo de coisa. Ela se importava com esse tipo de coisa também.
SB: Você já havia pensado em chamar a Princesa Diana para sair?
MJ: Absolutamente.
SB: Então porque não teve coragem de pedir?
MJ: Eu nunca pedi uma garota para sair em minha vida. Elas têm que me pedir.
SB: Mesmo?
MJ: Eu não consigo chamar uma garota para sair.
SB: E se ela te chamasse?
MJ: Eu iria. Absolutamente. Brooke Shields foi quem me chamou para sair toda vez que você nos viu juntos. Foi tudo idéia dela sair , todas as vezes. Eu sinceramente gostava dela também. Gostava muito.
SB: Ela gosta de crianças?
MJ: Sim. Minha primeira namorada, Tatum O´Neal, ela ganhou o prêmio da Academia por Lua de Papel... Eu tinha 16 anos e ela 13. E eu era tão ingênuo. Ela queria fazer tudo e eu não queria sexo por causa de todos os valores associados a ser uma Testemunha de Jeová. Eu disse, "Você está louca?" Eu tinha que ser gentil com todas. Quando eu segurei a mão de Tatum foi mágico, foi melhor do que qualquer coisa, melhor do que beijá-la, qualquer coisa. Ela, Ryan O´Neal [o pai dela] e eu fomos à um clube e estávamos assistindo uma banda e debaixo da mesa ela estava segurando minha mão e eu estava derretendo. Foi mágico. Havia fogos de artifício explodindo. Era tudo o que eu precisava. Mas isso não significa nada para os jovens de hoje. Ela cresceu muito rápido. Não estava mais na inocência, e eu adorava isso.Agora Brooke Shields foi um dos amores da minha vida (voz alta, entusiasmo). Saímos bastante. Fotos dela estavam por todas as minhas paredes e espelhos. Eu estava no Acadamy Awards com Diana Ross e ela se aproximou de mim e disse, "Oi, eu sou Brooke Shields. Você para a festa depois?" eu respondi, " Sim," e eu estava derretendo. Eu tinha uns 23 anos... Durante Off the Wall. Eu pensei, " Será que ela sabe que há fotos dela por todo meu quarto?" Então fomos para a festa e ela perguntou, "Dança comigo?" e fomos para a pista de dança. E cara, nós trocamos números e eu fiquei pulando pelo quarto a noite toda de tanta felicidade. Ela tinha tanta classe. Tivemos um encontro onde ela ficou realmente a fim e eu me acovardei. Eu não devia.Lisa... Ainda somos amigos [2001], mas ela está se mudando. Ela mudou o número [telefone] e não temos o novo ainda.
SB: Você consegue dizer inocência imediatamente?
MJ: Direto, embora eu ache muito difícil dizer para as mulheres, pois elas são tão bajuladoras. Mas com homens eu usualmente consigo, pois eles são mais abertos como cãezinhos, enquanto garotas são como gatos. Sabe, se você está de viagem e chega em casa o cachorrinho vem fazer festa, enquanto o gato é " Ei, eu não preciso de você. Você que venha aqui e me pegue." Elas te dão atitude. Elas vêm e passam por você embora não tenham te visto em três meses. Mulheres são muito espertas. Walt Disney sempre dizia que mulheres são muito mais espertas que os homens, e ele contratava mais mulheres.
================
MEU COMENTÁRIO
No caso do beijo, Tatiana perguntou ao Michael se poderia ir além de uma abraço no próximo show, pois via que a galera delirava quando isso acontecia. Quando ela o beijou no show o sucesso foi grande, mas desagradou os acessores de Michael que já chegaram xingando a moça de tudo quanto é nome dizendo que ela estava se aproveitando dele.
Eles a afastaram de Michael, foi isso, mas também é verdade que ele não fez nenhum sacrifício para chamá-la de volta ao emprego. Mas não é verdade que ela tenha sido simplesmente descartada por ele.Agora , sobre esse cap. Aff. Achei o Rabino é muito curioso . UAHSUAHUSHAUHS.Se alguém solber me responder... Alguém sabe quem é Cindy Crawford ?nunca ouvir falar sobre ela; Ahh Obrigada , beijos e boa noite.
MJ: Eu tenho visto Cindy de longe muitas vezes, e ela estava com outros caras, e nos conhecemos por outras funções... à distância. Eu acho que ela sentiu que essa era a chance dela de me conhecer de verdade. Ela provavelmente me admira. Muitas pessoas vem até mim. O que você viu não foi nada.
SB: Você tem visto celebridades se comportarem assim, como um bando de cães, procurando por alguém que seja mais famoso do que elas? Foi tão degradante.
MJ: Sim! É pior!
SB: Sobre o quê ela falou?
MJ: [imitando a voz de Cindy] "Como vai você?" e eu respondi, " Estou ótimo!". "Oh tem certeza que está bem?, Oh, Eu adoro o seu trabalho, e eu amo o que você faz. Há tempo está na cidade?" Eu respondi, " Estou trabalhando aqui. Estou gravando!"
SB: Você acha que houve um interesse romântico?
MJ: Siiiim. Eu acho que sim.
SB: Ela estava te pedindo para sair?
MJ: Essas garotas flertam... Elas flertam. Ela é bonita.
SB: Foi descarado. Um banqueiro que estava conosco à mesa me disse, "Cindy Crawford de perto é apenas outra garota!" Eu disse, "O quê ela faz aqui?"
MJ: Você viu Donald Trump chegar?
SB: Agora ele é um homem interessante.
MJ: Uma mulher que eu realmente gostava e respeitava era a Princesa Diana.
SB: Por que?
MJ: Por que ela tinha classe e sinceramente se importava com as pessoas e as crianças e nos problemas que estavam acontecendo no mundo. Ela não fazia para mostrar. Eu gostava como ela fazia as crianças esperarem em fila para fazerem alguma coisa.
SB: Podemos dizer que houve uma leve atração romântica mesmo que inocente? Ou você não quer dizer isso? Você quer apenas dizer que pensava que ela era uma mulher muito especial?
MJ: Eu achava que ela era muito especial.
SB: Ela era do tipo bem feminina?
MJ: Muito feminina e com classe. Era o meu tipo com certeza, e eu não gosto da maioria das garotas. Há muito poucas que se encaixam nesse molde. É preciso um molde muito especial para me fazer feliz e ela era uma delas. Com certeza.
SB: Por causa do amor delas por crianças?
MJ: Precisa de muito para se achar alguém parecido, um reflexo. As pessoas sempre dizem que os opostos se atraem e eu acho que isso é verdade, também. Mas eu quero alguém que seja bem como eu, que tenha os mesmos interesses e que queira ajudar, e tem que ir a hospitais comigo e cuidar de Gavin [o último acusador de Michael]. Foi por isso que viu Lisa Marie comigo nesse tipo de coisa. Ela se importava com esse tipo de coisa também.
SB: Você já havia pensado em chamar a Princesa Diana para sair?
MJ: Absolutamente.
SB: Então porque não teve coragem de pedir?
MJ: Eu nunca pedi uma garota para sair em minha vida. Elas têm que me pedir.
SB: Mesmo?
MJ: Eu não consigo chamar uma garota para sair.
SB: E se ela te chamasse?
MJ: Eu iria. Absolutamente. Brooke Shields foi quem me chamou para sair toda vez que você nos viu juntos. Foi tudo idéia dela sair , todas as vezes. Eu sinceramente gostava dela também. Gostava muito.
SB: Ela gosta de crianças?
MJ: Sim. Minha primeira namorada, Tatum O´Neal, ela ganhou o prêmio da Academia por Lua de Papel... Eu tinha 16 anos e ela 13. E eu era tão ingênuo. Ela queria fazer tudo e eu não queria sexo por causa de todos os valores associados a ser uma Testemunha de Jeová. Eu disse, "Você está louca?" Eu tinha que ser gentil com todas. Quando eu segurei a mão de Tatum foi mágico, foi melhor do que qualquer coisa, melhor do que beijá-la, qualquer coisa. Ela, Ryan O´Neal [o pai dela] e eu fomos à um clube e estávamos assistindo uma banda e debaixo da mesa ela estava segurando minha mão e eu estava derretendo. Foi mágico. Havia fogos de artifício explodindo. Era tudo o que eu precisava. Mas isso não significa nada para os jovens de hoje. Ela cresceu muito rápido. Não estava mais na inocência, e eu adorava isso.Agora Brooke Shields foi um dos amores da minha vida (voz alta, entusiasmo). Saímos bastante. Fotos dela estavam por todas as minhas paredes e espelhos. Eu estava no Acadamy Awards com Diana Ross e ela se aproximou de mim e disse, "Oi, eu sou Brooke Shields. Você para a festa depois?" eu respondi, " Sim," e eu estava derretendo. Eu tinha uns 23 anos... Durante Off the Wall. Eu pensei, " Será que ela sabe que há fotos dela por todo meu quarto?" Então fomos para a festa e ela perguntou, "Dança comigo?" e fomos para a pista de dança. E cara, nós trocamos números e eu fiquei pulando pelo quarto a noite toda de tanta felicidade. Ela tinha tanta classe. Tivemos um encontro onde ela ficou realmente a fim e eu me acovardei. Eu não devia.Lisa... Ainda somos amigos [2001], mas ela está se mudando. Ela mudou o número [telefone] e não temos o novo ainda.
SB: Você consegue dizer inocência imediatamente?
MJ: Direto, embora eu ache muito difícil dizer para as mulheres, pois elas são tão bajuladoras. Mas com homens eu usualmente consigo, pois eles são mais abertos como cãezinhos, enquanto garotas são como gatos. Sabe, se você está de viagem e chega em casa o cachorrinho vem fazer festa, enquanto o gato é " Ei, eu não preciso de você. Você que venha aqui e me pegue." Elas te dão atitude. Elas vêm e passam por você embora não tenham te visto em três meses. Mulheres são muito espertas. Walt Disney sempre dizia que mulheres são muito mais espertas que os homens, e ele contratava mais mulheres.
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MEU COMENTÁRIO
No caso do beijo, Tatiana perguntou ao Michael se poderia ir além de uma abraço no próximo show, pois via que a galera delirava quando isso acontecia. Quando ela o beijou no show o sucesso foi grande, mas desagradou os acessores de Michael que já chegaram xingando a moça de tudo quanto é nome dizendo que ela estava se aproveitando dele.
Eles a afastaram de Michael, foi isso, mas também é verdade que ele não fez nenhum sacrifício para chamá-la de volta ao emprego. Mas não é verdade que ela tenha sido simplesmente descartada por ele.Agora , sobre esse cap. Aff. Achei o Rabino é muito curioso . UAHSUAHUSHAUHS.Se alguém solber me responder... Alguém sabe quem é Cindy Crawford ?nunca ouvir falar sobre ela; Ahh Obrigada , beijos e boa noite.
POST 34 -A MULHER IDEAL EXISTE?Relacionamentos e garotas que queriam ser namoradas
Parte 5
SB: Você sabe como as crianças sempre zombam dos casamentos. Eles dizem que tem uma quedinha por alguém na sala de aula. Crianças parecem ser naturalmente românticas. Você sempre foi romântico?
MJ: Não é de propósito, mas também não era contra. Eu acho que não. Você é o que é.
SB: AS crianças sempre têm esse amor do tipo filhotinho por dentro, e têm quedinas entre eles. Sempre passam recadinhos na sala de aula.
MJ: Eu acho isso tão bonito e doce.
SB: Você gosta de criar romance? Você é algum tipo de cupido?
MJ: Não, eu não faço isso. Eu sou muito tímido para isso. Eu sou muito parecido com minha mãe.. Costumávamos perguntar minha mãe se ela beijava o Joseph e ela respondia, "Não me pergunte essas coisas." Mas nós perguntávamos , " Mãe, a senhora o beija?" e ela respondia, "Não queria quero falar sobre isso." E queríamos saber, " Como a senhora o conheceu? Quem pediu quem em casamento?" E ela dizia, " Eu não quero falar sobre isso."
SB: Então você foi levado a ser tímido e modesto sobre coisas relacionadas à amor e romance?
MJ: Sim, nós não falamos sobre isso.
SB: Você foi casado duas vezes, Michael. Você ainda acredita em romance, ou você teve experiências negativas e que portanto é mais difícil acreditar?
MJ: Não, eu acredito em romance, mas sou tímido sobre isso. Nenhum de nós convidou nossos pais para nossos casamentos. Não acreditamos nisso. Somos muito tímidos. Eu não ousaria nem em um milhão de anos convidar minha mãe para um casamento meu. Eu não consigo me ver caminhando pelo corredor [da igreja] com minha mãe sentada lá. É por isso que todos nós fugimos e nos casamos secretamente, e só depois minha mãe lia nos jornais e não se importava. Pois somos como ela. Ela teria feito a mesma coisa.
SB: Então amor tinha que ser algo escondido e oculto?
MJ: É algo particular, é meio piegas.
SB: E algo piegas é sempre particular?
MJ: Sim.
SB: Bom, eu também acredito que o amor romântico se desenvolve através do mistério e no escondido. Mas nós não podemos abusar dele. Seus pais deveriam mesmo estar no seu casamento. Então romance é algo que você acredita, mas você foi ensinado a ser tímido sobre isso?
MJ: Eu sou tímido.Eu não sei o quão bom eu sou nisso, pois sou tímido. Eu sou diferente nesse caminho. Eu tenho ouvido sobre caras sendo bem poéticos com as garotas e, "Oh baby, isso e aquilo." Eu não sou assim. Eu vou direto ao ponto e simplesmente digo.
SB: Então o que você faz nos clipes quando se espera que você encene romance e cenas de amor e coisas assim?
MJ: Por isso é meu trabalho escolher a garota, pois é meu trabalho achá-las bonitinhas. Então eu consigo fazer se eu realmente gosto delas, como algumas das garotas que você vê em meus vídeos. Eu as escolhi. Pois eu realmente gostei delas e isso causou problemas depois por que elas passaram a gostar mesmo de mim, e eu não quero que a coisa fique séria assim. Se tornou um problema muitas vezes.
SB: Você provavelmente enfrenta isso o tempo todo, não só por ser famoso, mas por que você é o tipo de cara que as mulheres gostam de ter por perto - brando, gentil, sem medo de expressar as emoções. [Isso foi obviamente dito antes de Michael ser preso e antes das torrentes de acusações que apareceram depois]. As mulheres morrem por caras que não tem medo de mostrar vulnerabilidade e brandura, enquanto muitos dos caras em Hollywood são estereotipados, egocêntricos, obcecados por eles mesmos e não conseguem se comprometer. Você frequentemente acha que isso acontece, que as mulheres se tornam grudentas?
MJ: Como assim?
SB: Como você disse, é para ser algo profissional. Você filma com uma mulher, mas depois elas se agarram à você.
MJ: Sim, acontece.
SB: Como você dá a notícia de que não é recíproco?
MJ: Quando elas me vêem me afastando. Sim. Algumas delas me seguem pelo mundo e isso é tão difícil.
SB: Isso provavelmente as faz te perseguir ainda mais, pois elas gostam dessa timidez de menino. Para ser mais exato, muitas mulheres gostam de 'bad boys'. Mas pela mesma razão, muitas gostam dos tímidos. Do mesmo jeito elas acreditam que elas podem redimi-los de serem 'bad boys' e tentam lapidá-los de diamantes brutos para polidos, elas acreditam o mesmo sobre o tímido. Elas pensam, " Só eu consigo tirá-lo dessa concha." Mas eu acho que depois de um tempo, com você se afastando delas pelo mundo, elas entendem a mensagem. Mas você nunca diz diretamente?
MJ: Não, pois isso iria magoá-las demais.
SB: Você sabe como as crianças sempre zombam dos casamentos. Eles dizem que tem uma quedinha por alguém na sala de aula. Crianças parecem ser naturalmente românticas. Você sempre foi romântico?
MJ: Não é de propósito, mas também não era contra. Eu acho que não. Você é o que é.
SB: AS crianças sempre têm esse amor do tipo filhotinho por dentro, e têm quedinas entre eles. Sempre passam recadinhos na sala de aula.
MJ: Eu acho isso tão bonito e doce.
SB: Você gosta de criar romance? Você é algum tipo de cupido?
MJ: Não, eu não faço isso. Eu sou muito tímido para isso. Eu sou muito parecido com minha mãe.. Costumávamos perguntar minha mãe se ela beijava o Joseph e ela respondia, "Não me pergunte essas coisas." Mas nós perguntávamos , " Mãe, a senhora o beija?" e ela respondia, "Não queria quero falar sobre isso." E queríamos saber, " Como a senhora o conheceu? Quem pediu quem em casamento?" E ela dizia, " Eu não quero falar sobre isso."
SB: Então você foi levado a ser tímido e modesto sobre coisas relacionadas à amor e romance?
MJ: Sim, nós não falamos sobre isso.
SB: Você foi casado duas vezes, Michael. Você ainda acredita em romance, ou você teve experiências negativas e que portanto é mais difícil acreditar?
MJ: Não, eu acredito em romance, mas sou tímido sobre isso. Nenhum de nós convidou nossos pais para nossos casamentos. Não acreditamos nisso. Somos muito tímidos. Eu não ousaria nem em um milhão de anos convidar minha mãe para um casamento meu. Eu não consigo me ver caminhando pelo corredor [da igreja] com minha mãe sentada lá. É por isso que todos nós fugimos e nos casamos secretamente, e só depois minha mãe lia nos jornais e não se importava. Pois somos como ela. Ela teria feito a mesma coisa.
SB: Então amor tinha que ser algo escondido e oculto?
MJ: É algo particular, é meio piegas.
SB: E algo piegas é sempre particular?
MJ: Sim.
SB: Bom, eu também acredito que o amor romântico se desenvolve através do mistério e no escondido. Mas nós não podemos abusar dele. Seus pais deveriam mesmo estar no seu casamento. Então romance é algo que você acredita, mas você foi ensinado a ser tímido sobre isso?
MJ: Eu sou tímido.Eu não sei o quão bom eu sou nisso, pois sou tímido. Eu sou diferente nesse caminho. Eu tenho ouvido sobre caras sendo bem poéticos com as garotas e, "Oh baby, isso e aquilo." Eu não sou assim. Eu vou direto ao ponto e simplesmente digo.
SB: Então o que você faz nos clipes quando se espera que você encene romance e cenas de amor e coisas assim?
MJ: Por isso é meu trabalho escolher a garota, pois é meu trabalho achá-las bonitinhas. Então eu consigo fazer se eu realmente gosto delas, como algumas das garotas que você vê em meus vídeos. Eu as escolhi. Pois eu realmente gostei delas e isso causou problemas depois por que elas passaram a gostar mesmo de mim, e eu não quero que a coisa fique séria assim. Se tornou um problema muitas vezes.
SB: Você provavelmente enfrenta isso o tempo todo, não só por ser famoso, mas por que você é o tipo de cara que as mulheres gostam de ter por perto - brando, gentil, sem medo de expressar as emoções. [Isso foi obviamente dito antes de Michael ser preso e antes das torrentes de acusações que apareceram depois]. As mulheres morrem por caras que não tem medo de mostrar vulnerabilidade e brandura, enquanto muitos dos caras em Hollywood são estereotipados, egocêntricos, obcecados por eles mesmos e não conseguem se comprometer. Você frequentemente acha que isso acontece, que as mulheres se tornam grudentas?
MJ: Como assim?
SB: Como você disse, é para ser algo profissional. Você filma com uma mulher, mas depois elas se agarram à você.
MJ: Sim, acontece.
SB: Como você dá a notícia de que não é recíproco?
MJ: Quando elas me vêem me afastando. Sim. Algumas delas me seguem pelo mundo e isso é tão difícil.
SB: Isso provavelmente as faz te perseguir ainda mais, pois elas gostam dessa timidez de menino. Para ser mais exato, muitas mulheres gostam de 'bad boys'. Mas pela mesma razão, muitas gostam dos tímidos. Do mesmo jeito elas acreditam que elas podem redimi-los de serem 'bad boys' e tentam lapidá-los de diamantes brutos para polidos, elas acreditam o mesmo sobre o tímido. Elas pensam, " Só eu consigo tirá-lo dessa concha." Mas eu acho que depois de um tempo, com você se afastando delas pelo mundo, elas entendem a mensagem. Mas você nunca diz diretamente?
MJ: Não, pois isso iria magoá-las demais.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
POST 32,33-PROVIDENCIANDO SENSO DE SEGURANÇA-SENDO A MÃE DE MICHAEL-
SB: Okay. A senhora era mais protetora em relação ao Michael porque ele era muito calmo? A senhora sentiu a necessidade de cuidar mais dele?
KJ: Sim. Ele era bastante forte em tomar conta dele mesmo em muitas situações, mas eu acho que o que me fez ficar próxima dele foi o fato dele ser mais 'frágil'. Assim, quando estavam falando dele sobre o abuso de crianças e todos me diziam, "Não diga nada, ou fará ficar pior!". E do escritório de Michael vinha a mensagem "Não diga nada, ou fará ficar pior!" E eu respondia, " Não pode ficar pior do que já está. Não me interessa o que disserem, eu vou à TV!". E eu fui para protegê-lo dessas coisas. Não que eu pudesse fazer protegê-lo, mas pelo menos eu poderia manter as coisas direitas. Embora não tivessem acreditado em mim, eu falei. Mas eles todos vieram for dinheiro. Sabiam que estavam mentindo e foram à TV de novo e eu disse, " Essas pessoas trabalham para mim, não para Michael." As pessoas tentam ganhar dinheiro por fora.
SB: E quando ele era mais jovem, a senhora sentiu necessidade de protegê-lo? A senhora percebeu imediatamente que dentre todos os seus nove filhos ele era o mais brando do que os outros, que ele era mais sensível e amável do que os outros?
KJ: Sabe, eu o vejo mais sensível que os outros, mas... Eu acho que ele é meio que forte quando tem que ser. Você não vê isso? Ou vê?
SB: Oh, absolutamente, eu vi ontem. Eu te disse. Michael e Frank tinham essa divergência sobre como ele deveria ir ao Carnegie Hall. Absolutamente, sim, ele é muito forte quando tem que ser.
KJ: Aha, é assim que ele é.
SB: Então você também vê isso. Você vê que ele tem essa brandura, mas uma força interior.
KJ: Uma brandura, mas muito forte de um jeito. E ele fica magoado à toa, sabe, porque as pessoas pensam certas coisas sobre ele. Mas ele está meio que 'duro' agora, pois ele teve tantas coisas jogadas sobre ele.
SB: Absolutamente.
KJ: Ele tem pele grossa.
SB: Ele teve que agüentar e superar muita coisa. Absolutamente. Quando ele escolheu ficar em casa... Ele já era grande, mesmo depois de Thriller, ele era agora a maior estrela do mundo.
KJ: Aha.
SB: A senhora pode falar sobre isso? Sobre tudo isso? A senhora... Quero dizer, eu acho muito tocante aquela época e idade quando as pessoas vão para a escola, quando têm uns 17 e não estão mais próximos aos pais... E aqui temos esse cara que poderia obviamente pagar para morar onde quisesse. Mas ele queria ficar na casa dos pais. Umm, então estamos falando sobre Michael ter escolhido ficar em casa. Como seus filhos... Seus filhos se casaram cedo, a maioria deles, quero dizer, os outros rapazes.
KJ: Sim, eles casaram.
SB: E Michael não.
KJ: Não.
SB: E a senhora ficava feliz de tê-lo em casa?
KJ: Sim. Na verdade eu não queria que nenhum dos meus filhos fosse embora, mas as mães são assim.
SB: Certo.
KJ: Sabe, mas eles têm que ir.
SB: Bom, a senhora disse, "É bom que você fique em casa. Você está certo, essa é a decisão correta. Fique até que se case."?
KJ: Não.
SB: Ou a senhora disse à ele, "Você é uma super estrela, você deveria mesmo..."
KJ: Não. Não. Eu nunca quis empurrar meus filhos para saírem da casa ou sabe, como as mamães pássaros... Sabe, empurrá-los e dizer voe? Mas eu queria que eles fossem fortes e capazes de ir, mas quando estivessem prontos... 24, 25 anos.
SB: Ele sempre sentiu que devia proteger a senhora?
KJ: Ele dizia, "Eu vou comprar uma casa para a senhora."
POST 33 -SENDO A MÃE DE MICHAEL
SB: Há muitas estórias que ele conta sobre quando era criança, sobre a senhora. Assim , por exemplo, ele disse que sempre costumava dançar...
KJ: Aha.
SB: E costumava deixar marcas.
KJ: Mhmmm [rindo].
SB: E todos diziam, " Michael pare de dançar." Ou. "Você está fazendo muito barulho." E você costumava dizer, "Não, deixe ele dançar!"
KJ: Sim.
SB: Ele te dá certos créditos à senhora por lhe trazer o talento musical dele mais do que qualquer outro, pois você...
KJ: É mesmo?
SB: Sim, ele sempre me diz. Uma das estórias que temos no livro é que ele sempre costumava dançar e deixar marcas, fazer barulhos, e a senhora sempre dizia, " Não, deixe Michael dançar. Deixe sempre ele dançar."
KJ: Sim.
SB: A senhora se lembra disso?
KJ: Sim, sim. Eu acho que Michael nasceu com isso porque mesmo quando ele era pequenininho, uns três anos, e as crianças costumavam cantar e ele cantava também... Foi isso o que me fez notar que ele era um cantor. Ele estava num canto, e todos estavam cantando e uma perfeita harmonia veio dele e eu pensei, "Meu Deus, de onde ele puxou isso?" E então quando ele tinha uns 5 anos, imaginávamos, "Agora que movimento podemos colocar nessa canção?" Sabe eles faziam coreografias; E ele fazia uma coisa, e os outros diziam, "Não, vamos fazer assim e assim."
SB: Quase como se ele já tivesse isso dentro dele?
KJ: Ele tinha. Ele tinha isso dentro dele. Eu não sei de onde veio e isso me assustou. Assim como você vê algumas coisas em Prince agora e não acredita. E foi com ele [Michael] também.
SB: Houve uma coisa na semana passada que dizia que o queixo de Michael foi cirurgicamente implantado, e quão ridículo ficou. A senhora, como mãe, como se sente sobre isso?
KJ: Pessoas dizem coisas sobre ele?
SB:Quando a senhora lê esse tipo de coisa... qualquer coisa...
KJ: Oh, isso me chateia. Me deixa zangada.
SB: Mas na hora a senhora se diz, "Eu acredito em Deus que tudo isso acontece por um motivo."? A senhora encontra forças na sua fé espiritual que no final nada disso irá importar, que a vontade de Deus será feita?
KJ: Eu sinto assim. Se não fosse por minha fé, meu espírito e minha crença em Deus, eu não acho que eu teria conseguido com todas essas coisas que acontece com minha família e com Michael. Machuca mesmo. Mas você tem que rezar. É só assim que você consegue...
SB: Então é por isso o que a senhora tem que passar?
KJ: Sim.
SB: E a senhora disse para Michael em 1993 ou qualquer outra época, " Você deve se aproximar de Deus. Você precisa dessa fé. Isso é que vai ajudá-lo a superar isso."? Isso não é o dinheiro, o sucesso ou os fãs. Isso é uma relação forte com Deus?
KJ: Certo, certo. é. E eu sinto isso e aquilo. Uh [suspiro], bom, eu não consigo dizer.
SB: Bom, a maioria das pessoas, quando vão ficando mais famosas, elas ficam menos religiosas. É uma marca. Com a senhora parece que quanto mais famosa sua família ficava, mais religiosa a senhora ficava. A senhora segurou firme.
KJ: Aha. Sim. Não há nada mais para mim lá fora. Tenho orgulho dos meus filhos, do que eles fazem, e eles têm talento para isso. Mas mais que isso lá fora no mundo, não há nada. Por que satã é... e você pode acreditar ou não em mim...
SB: Oh, fale, fale abertamente...
KJ: Mhmmmm.
SB: Há coisas na minha fé que a senhora não concordaria. [ambos riem] Mas ambos somos pessoas de fá.
KJ: Bom, eu acredito que Satã é o deus do sistema*. A razão para eu dizer isso é por que... Todas as notícias que você ouve, notícias ruins... Todo mundo fazendo loucuras. E a Bíblia fala das crianças, nesses últimos dias, em como elas faltariam com respeito, amantes do dinheiro mais do que amantes de Deus e, como as crianças desrespeitam seus pais e os pais seus filhos. E é isso o que está acontecendo. Não acha?
SB: Absolutamente; Bom, é por isso que a senhora deveria vir amanhã à noite para se juntar a conferência de Michael [ no Carnegie Hall}. Será uma grande revelação contra o lado de Satã. A senhora deveria mesmo vir. O que me levou à Michael, e a senhora deveria ir ver o discurso dele amanhã, é a forma comovente que ele fala sobre como ninguém mais se senta para jantar com os filhos e que ninguém mais lê estórias para eles na hora de dormir. E sempre havia tiroteio nas escolas, ele me telefonou quando ele estava na Califórnia e eu em Nova Jersey. E ele disse, " Você ouviu? Outro garoto foi baleado!" e eu tentei mudar de assunto, mas Michael chorou.
KJ: Mhmm, mhmmm. Esse é o Michael.
SB: No meu aniversário, trouxemos a criança de um poster sobre uma campanha contra Leucemia. Michael veio ao meu aniversário e ela se sentou perto dele, essa garotinha de sete anos. E quando a mãe dela contou a estória da menina para ele, Michael chorou como um bebê. Foi inacreditável. A senhora é assim também?
KJ: Sim, eu sou.
SB: Então ele mesmo muito parecido com a senhora. Quero dizer, se eu quiser entendê-lo, eu tenho que entender a senhora.
KJ: Aha, mhmmm. E eu odeio isso em mim e Janet odeia também. [risos]
SB: Michael me falou sobre a senhora - que não consegue dizer não para ninguém. Pessoas te pedem as coisas e a senhora não consegue dizer não [risos]
KJ: Mhmmm, é difícil. E ele faz a mesma coisa. Eu disse para ele que tinha que aprender a dizer não.
SB: Isso vem dos seus pais? Eles eram gentis?
KJ: Mhmm, sim. Especialmente minha mãe. Meu pai era também.
SB: Então a senhora transmitiu essa tradição de gentileza para os seus filhos. Gentileza e a coisa mais importante.
KJ: Eu sinto assim. Às vezes quando se é pobre e não tem nada para dar, você dá amor, você se dá. E qualquer coisa que você tenha, como os pobres sempre fazem. Na minha juventude, meus pais sempre convidavam pessoas para comer, era tudo o que eles tinham, sabe.
SB: A senhora foi tratada de forma diferente na igreja por ser mãe dos Jacksons?
KJ: Oh, não, não, não, não, não.
SB: E a senhora gosta do fato de poder ser você mesma lá?
KJ: Sim. Eu gosto disso. Eu posso ser eu mesma. E havia uma moça na nossa congregação também que sempre se sentava perto de mim, era minha amiga e sempre estava em turnê com Diana Ross. E ela... [pausa na fita] O nome dela era Linda Lawrence e sabe eles tinham que desistir da turnê, mas ela foi à turnê com Diana, pegou o lugar de Mary. E ela passou a viajar como uma Supreme. Sabe, elas tinham muito antes de Diana e foi tratada do mesmo jeito. E na congregação da minha filha, ela foi tratada do mesmo jeito.
SB: Qual? Rebbie?
KJ: Rebbie.
SB: Ela também mora... Ela mora perto da senhora?
KJ: Ela morava. Ela mora em Las Vegas.
SB: Eu também queria fazer uma pergunta... Eu posso desligar isso, ou não. Mas Michael foi torturado, ele teve uma relação torturada com o pai. Não estou dizendo nada novo. Quero dizer, isso apareceu, como a senhora sabe, nas entrevistas e coisas assim.
KJ: Aha.
SB: A senhora provavelmente sabe que há, uh... Eu não sei o quanto ele falou do pai em público, mas uma das coisas mais famosas que ele já disse em público foi que certa vez o pai dele entrou na sala, e ele ficou com ânsias de vômito, por que ele tinha muito medo dele. A senhora s elembra disso?
KJ: Eu sei! Sim, eu me lembro dele dizendo isso. Ele costumava me contar e quando eu viajava com eles e ele sempre dizia, "Não traga Joseph." Eu perguntava, "Por que?" e ele dizia, " Eu literalmente..."
SB: Eu posso desligar isso se a senhora quiser.
KJ: Sim. Poderia, por favor?
SB: Claro.
Esse é o fim da entrevista com a mãe de Michael. Amanhã seguirá os capítulos com as melhores ( e mais engraçadas) revelações de Michael e as mais quentes também. Obrigada.
KJ: Sim. Ele era bastante forte em tomar conta dele mesmo em muitas situações, mas eu acho que o que me fez ficar próxima dele foi o fato dele ser mais 'frágil'. Assim, quando estavam falando dele sobre o abuso de crianças e todos me diziam, "Não diga nada, ou fará ficar pior!". E do escritório de Michael vinha a mensagem "Não diga nada, ou fará ficar pior!" E eu respondia, " Não pode ficar pior do que já está. Não me interessa o que disserem, eu vou à TV!". E eu fui para protegê-lo dessas coisas. Não que eu pudesse fazer protegê-lo, mas pelo menos eu poderia manter as coisas direitas. Embora não tivessem acreditado em mim, eu falei. Mas eles todos vieram for dinheiro. Sabiam que estavam mentindo e foram à TV de novo e eu disse, " Essas pessoas trabalham para mim, não para Michael." As pessoas tentam ganhar dinheiro por fora.
SB: E quando ele era mais jovem, a senhora sentiu necessidade de protegê-lo? A senhora percebeu imediatamente que dentre todos os seus nove filhos ele era o mais brando do que os outros, que ele era mais sensível e amável do que os outros?
KJ: Sabe, eu o vejo mais sensível que os outros, mas... Eu acho que ele é meio que forte quando tem que ser. Você não vê isso? Ou vê?
SB: Oh, absolutamente, eu vi ontem. Eu te disse. Michael e Frank tinham essa divergência sobre como ele deveria ir ao Carnegie Hall. Absolutamente, sim, ele é muito forte quando tem que ser.
KJ: Aha, é assim que ele é.
SB: Então você também vê isso. Você vê que ele tem essa brandura, mas uma força interior.
KJ: Uma brandura, mas muito forte de um jeito. E ele fica magoado à toa, sabe, porque as pessoas pensam certas coisas sobre ele. Mas ele está meio que 'duro' agora, pois ele teve tantas coisas jogadas sobre ele.
SB: Absolutamente.
KJ: Ele tem pele grossa.
SB: Ele teve que agüentar e superar muita coisa. Absolutamente. Quando ele escolheu ficar em casa... Ele já era grande, mesmo depois de Thriller, ele era agora a maior estrela do mundo.
KJ: Aha.
SB: A senhora pode falar sobre isso? Sobre tudo isso? A senhora... Quero dizer, eu acho muito tocante aquela época e idade quando as pessoas vão para a escola, quando têm uns 17 e não estão mais próximos aos pais... E aqui temos esse cara que poderia obviamente pagar para morar onde quisesse. Mas ele queria ficar na casa dos pais. Umm, então estamos falando sobre Michael ter escolhido ficar em casa. Como seus filhos... Seus filhos se casaram cedo, a maioria deles, quero dizer, os outros rapazes.
KJ: Sim, eles casaram.
SB: E Michael não.
KJ: Não.
SB: E a senhora ficava feliz de tê-lo em casa?
KJ: Sim. Na verdade eu não queria que nenhum dos meus filhos fosse embora, mas as mães são assim.
SB: Certo.
KJ: Sabe, mas eles têm que ir.
SB: Bom, a senhora disse, "É bom que você fique em casa. Você está certo, essa é a decisão correta. Fique até que se case."?
KJ: Não.
SB: Ou a senhora disse à ele, "Você é uma super estrela, você deveria mesmo..."
KJ: Não. Não. Eu nunca quis empurrar meus filhos para saírem da casa ou sabe, como as mamães pássaros... Sabe, empurrá-los e dizer voe? Mas eu queria que eles fossem fortes e capazes de ir, mas quando estivessem prontos... 24, 25 anos.
SB: Ele sempre sentiu que devia proteger a senhora?
KJ: Ele dizia, "Eu vou comprar uma casa para a senhora."
POST 33 -SENDO A MÃE DE MICHAEL
SB: Há muitas estórias que ele conta sobre quando era criança, sobre a senhora. Assim , por exemplo, ele disse que sempre costumava dançar...
KJ: Aha.
SB: E costumava deixar marcas.
KJ: Mhmmm [rindo].
SB: E todos diziam, " Michael pare de dançar." Ou. "Você está fazendo muito barulho." E você costumava dizer, "Não, deixe ele dançar!"
KJ: Sim.
SB: Ele te dá certos créditos à senhora por lhe trazer o talento musical dele mais do que qualquer outro, pois você...
KJ: É mesmo?
SB: Sim, ele sempre me diz. Uma das estórias que temos no livro é que ele sempre costumava dançar e deixar marcas, fazer barulhos, e a senhora sempre dizia, " Não, deixe Michael dançar. Deixe sempre ele dançar."
KJ: Sim.
SB: A senhora se lembra disso?
KJ: Sim, sim. Eu acho que Michael nasceu com isso porque mesmo quando ele era pequenininho, uns três anos, e as crianças costumavam cantar e ele cantava também... Foi isso o que me fez notar que ele era um cantor. Ele estava num canto, e todos estavam cantando e uma perfeita harmonia veio dele e eu pensei, "Meu Deus, de onde ele puxou isso?" E então quando ele tinha uns 5 anos, imaginávamos, "Agora que movimento podemos colocar nessa canção?" Sabe eles faziam coreografias; E ele fazia uma coisa, e os outros diziam, "Não, vamos fazer assim e assim."
SB: Quase como se ele já tivesse isso dentro dele?
KJ: Ele tinha. Ele tinha isso dentro dele. Eu não sei de onde veio e isso me assustou. Assim como você vê algumas coisas em Prince agora e não acredita. E foi com ele [Michael] também.
SB: Houve uma coisa na semana passada que dizia que o queixo de Michael foi cirurgicamente implantado, e quão ridículo ficou. A senhora, como mãe, como se sente sobre isso?
KJ: Pessoas dizem coisas sobre ele?
SB:Quando a senhora lê esse tipo de coisa... qualquer coisa...
KJ: Oh, isso me chateia. Me deixa zangada.
SB: Mas na hora a senhora se diz, "Eu acredito em Deus que tudo isso acontece por um motivo."? A senhora encontra forças na sua fé espiritual que no final nada disso irá importar, que a vontade de Deus será feita?
KJ: Eu sinto assim. Se não fosse por minha fé, meu espírito e minha crença em Deus, eu não acho que eu teria conseguido com todas essas coisas que acontece com minha família e com Michael. Machuca mesmo. Mas você tem que rezar. É só assim que você consegue...
SB: Então é por isso o que a senhora tem que passar?
KJ: Sim.
SB: E a senhora disse para Michael em 1993 ou qualquer outra época, " Você deve se aproximar de Deus. Você precisa dessa fé. Isso é que vai ajudá-lo a superar isso."? Isso não é o dinheiro, o sucesso ou os fãs. Isso é uma relação forte com Deus?
KJ: Certo, certo. é. E eu sinto isso e aquilo. Uh [suspiro], bom, eu não consigo dizer.
SB: Bom, a maioria das pessoas, quando vão ficando mais famosas, elas ficam menos religiosas. É uma marca. Com a senhora parece que quanto mais famosa sua família ficava, mais religiosa a senhora ficava. A senhora segurou firme.
KJ: Aha. Sim. Não há nada mais para mim lá fora. Tenho orgulho dos meus filhos, do que eles fazem, e eles têm talento para isso. Mas mais que isso lá fora no mundo, não há nada. Por que satã é... e você pode acreditar ou não em mim...
SB: Oh, fale, fale abertamente...
KJ: Mhmmmm.
SB: Há coisas na minha fé que a senhora não concordaria. [ambos riem] Mas ambos somos pessoas de fá.
KJ: Bom, eu acredito que Satã é o deus do sistema*. A razão para eu dizer isso é por que... Todas as notícias que você ouve, notícias ruins... Todo mundo fazendo loucuras. E a Bíblia fala das crianças, nesses últimos dias, em como elas faltariam com respeito, amantes do dinheiro mais do que amantes de Deus e, como as crianças desrespeitam seus pais e os pais seus filhos. E é isso o que está acontecendo. Não acha?
SB: Absolutamente; Bom, é por isso que a senhora deveria vir amanhã à noite para se juntar a conferência de Michael [ no Carnegie Hall}. Será uma grande revelação contra o lado de Satã. A senhora deveria mesmo vir. O que me levou à Michael, e a senhora deveria ir ver o discurso dele amanhã, é a forma comovente que ele fala sobre como ninguém mais se senta para jantar com os filhos e que ninguém mais lê estórias para eles na hora de dormir. E sempre havia tiroteio nas escolas, ele me telefonou quando ele estava na Califórnia e eu em Nova Jersey. E ele disse, " Você ouviu? Outro garoto foi baleado!" e eu tentei mudar de assunto, mas Michael chorou.
KJ: Mhmm, mhmmm. Esse é o Michael.
SB: No meu aniversário, trouxemos a criança de um poster sobre uma campanha contra Leucemia. Michael veio ao meu aniversário e ela se sentou perto dele, essa garotinha de sete anos. E quando a mãe dela contou a estória da menina para ele, Michael chorou como um bebê. Foi inacreditável. A senhora é assim também?
KJ: Sim, eu sou.
SB: Então ele mesmo muito parecido com a senhora. Quero dizer, se eu quiser entendê-lo, eu tenho que entender a senhora.
KJ: Aha, mhmmm. E eu odeio isso em mim e Janet odeia também. [risos]
SB: Michael me falou sobre a senhora - que não consegue dizer não para ninguém. Pessoas te pedem as coisas e a senhora não consegue dizer não [risos]
KJ: Mhmmm, é difícil. E ele faz a mesma coisa. Eu disse para ele que tinha que aprender a dizer não.
SB: Isso vem dos seus pais? Eles eram gentis?
KJ: Mhmm, sim. Especialmente minha mãe. Meu pai era também.
SB: Então a senhora transmitiu essa tradição de gentileza para os seus filhos. Gentileza e a coisa mais importante.
KJ: Eu sinto assim. Às vezes quando se é pobre e não tem nada para dar, você dá amor, você se dá. E qualquer coisa que você tenha, como os pobres sempre fazem. Na minha juventude, meus pais sempre convidavam pessoas para comer, era tudo o que eles tinham, sabe.
SB: A senhora foi tratada de forma diferente na igreja por ser mãe dos Jacksons?
KJ: Oh, não, não, não, não, não.
SB: E a senhora gosta do fato de poder ser você mesma lá?
KJ: Sim. Eu gosto disso. Eu posso ser eu mesma. E havia uma moça na nossa congregação também que sempre se sentava perto de mim, era minha amiga e sempre estava em turnê com Diana Ross. E ela... [pausa na fita] O nome dela era Linda Lawrence e sabe eles tinham que desistir da turnê, mas ela foi à turnê com Diana, pegou o lugar de Mary. E ela passou a viajar como uma Supreme. Sabe, elas tinham muito antes de Diana e foi tratada do mesmo jeito. E na congregação da minha filha, ela foi tratada do mesmo jeito.
SB: Qual? Rebbie?
KJ: Rebbie.
SB: Ela também mora... Ela mora perto da senhora?
KJ: Ela morava. Ela mora em Las Vegas.
SB: Eu também queria fazer uma pergunta... Eu posso desligar isso, ou não. Mas Michael foi torturado, ele teve uma relação torturada com o pai. Não estou dizendo nada novo. Quero dizer, isso apareceu, como a senhora sabe, nas entrevistas e coisas assim.
KJ: Aha.
SB: A senhora provavelmente sabe que há, uh... Eu não sei o quanto ele falou do pai em público, mas uma das coisas mais famosas que ele já disse em público foi que certa vez o pai dele entrou na sala, e ele ficou com ânsias de vômito, por que ele tinha muito medo dele. A senhora s elembra disso?
KJ: Eu sei! Sim, eu me lembro dele dizendo isso. Ele costumava me contar e quando eu viajava com eles e ele sempre dizia, "Não traga Joseph." Eu perguntava, "Por que?" e ele dizia, " Eu literalmente..."
SB: Eu posso desligar isso se a senhora quiser.
KJ: Sim. Poderia, por favor?
SB: Claro.
Esse é o fim da entrevista com a mãe de Michael. Amanhã seguirá os capítulos com as melhores ( e mais engraçadas) revelações de Michael e as mais quentes também. Obrigada.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Post 31 -QUANDO MICHAEL DEIXOU AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ
SB: Como a senhora se sentiu quando Michael começou a se distanciar das Testemunhas de Jeová?
KJ: Eu me senti muito mal. Me senti mal mesmo por que me incomodou bastante. Eu chorei, eu rezei. Me senti mesmo muito mal com isso. Ele se desassociou da religião. Eles não desassociaram. E ele pensou que assim seria melhor,pois ele pensou que estava fazendo coisas e...
SB: Mas qual era a objeção exata deles? Que ele era um pop star e não servia mais na religião?
KJ: Ele serviria. Mas eu acho, eu realmente não sei por que ele decidiu se desassociar.
SB: Ele se desassociou.
KJ: Certo.
SB: Mas até essa época ele estava indo à igreja aos domingos?
KJ: Sim.
SB: Então ele se desassociou e não discutiu isso com a senhora antes de fazer isso?
KJ: Não. Eu soube depois. Não, foi isso o que machucou mais. Não que ele fosse... Eu só não queria que ele se desassociasse da religião.
SB: Ele sentiu que seria um artista maior, teria mais liberdade, provavelmente.
KJ: Sim, provavelmente.
SB: Assim como com Thriller ele teve que colocar aquela mensagem no início.
KJ: Aha.
SB: A senhora o chamou para conversar, sabe, dizer "Você devia pensar nisso?"
KJ: Não. Não, eu não fiz isso porque ele se desassociou antes de eu saber e já era tarde demais.
SB: Mas a senhora ainda sente que... Parece para mim que ele ainda tem um âmago muito espiritual, quero dizer, assim ele fala sobre Deus comigo o tempo todo.
KJ: Sim, sim. Ele fala mesmo. E eu gostaria que ele voltasse.
SB: A senhora pensa em criar Prince e Paris com alguma tradição espiritual?(???)
KJ: Bom, eu levo a literatura para Grace.
SB: Certo.
KJ: E eu trago um livrinho... Nós temos um livro de histórias bíblicas para crianças e dei um para cada um deles e ela [Grace] lê para eles. Eu não acho que ele tenha algo contra o fato dela ler ou ensinar à eles.
SB: Certo. Enquanto Michael ficava mais famoso, a senhora viu algumas mudanças, mudanças longe da...
KJ: Da religião?
SB: Sim.
KJ: Não, eu não vi nada contra... Não, eu não vi. A única coisa diferente foi a forma que ele passou a dançar na época quando ele lançou Billie Jean. Eles [as Testemunhas] disseram sobre o jeito que ele... Que ele segurava a virilha, e coisas assim.
SB: Certo, bom, ele sempre me faz piadas sobre isso, Ele ri disso.
KJ: Eu sei [rindo].
GENTE COMENTEM MUITO!!
PQ SE NÃO ME SINTO UM LIXO , POSTANDO APENAS PARA 1 OU 2 PESSOAS.
BEIJOS.
KJ: Eu me senti muito mal. Me senti mal mesmo por que me incomodou bastante. Eu chorei, eu rezei. Me senti mesmo muito mal com isso. Ele se desassociou da religião. Eles não desassociaram. E ele pensou que assim seria melhor,pois ele pensou que estava fazendo coisas e...
SB: Mas qual era a objeção exata deles? Que ele era um pop star e não servia mais na religião?
KJ: Ele serviria. Mas eu acho, eu realmente não sei por que ele decidiu se desassociar.
SB: Ele se desassociou.
KJ: Certo.
SB: Mas até essa época ele estava indo à igreja aos domingos?
KJ: Sim.
SB: Então ele se desassociou e não discutiu isso com a senhora antes de fazer isso?
KJ: Não. Eu soube depois. Não, foi isso o que machucou mais. Não que ele fosse... Eu só não queria que ele se desassociasse da religião.
SB: Ele sentiu que seria um artista maior, teria mais liberdade, provavelmente.
KJ: Sim, provavelmente.
SB: Assim como com Thriller ele teve que colocar aquela mensagem no início.
KJ: Aha.
SB: A senhora o chamou para conversar, sabe, dizer "Você devia pensar nisso?"
KJ: Não. Não, eu não fiz isso porque ele se desassociou antes de eu saber e já era tarde demais.
SB: Mas a senhora ainda sente que... Parece para mim que ele ainda tem um âmago muito espiritual, quero dizer, assim ele fala sobre Deus comigo o tempo todo.
KJ: Sim, sim. Ele fala mesmo. E eu gostaria que ele voltasse.
SB: A senhora pensa em criar Prince e Paris com alguma tradição espiritual?(???)
KJ: Bom, eu levo a literatura para Grace.
SB: Certo.
KJ: E eu trago um livrinho... Nós temos um livro de histórias bíblicas para crianças e dei um para cada um deles e ela [Grace] lê para eles. Eu não acho que ele tenha algo contra o fato dela ler ou ensinar à eles.
SB: Certo. Enquanto Michael ficava mais famoso, a senhora viu algumas mudanças, mudanças longe da...
KJ: Da religião?
SB: Sim.
KJ: Não, eu não vi nada contra... Não, eu não vi. A única coisa diferente foi a forma que ele passou a dançar na época quando ele lançou Billie Jean. Eles [as Testemunhas] disseram sobre o jeito que ele... Que ele segurava a virilha, e coisas assim.
SB: Certo, bom, ele sempre me faz piadas sobre isso, Ele ri disso.
KJ: Eu sei [rindo].
GENTE COMENTEM MUITO!!
PQ SE NÃO ME SINTO UM LIXO , POSTANDO APENAS PARA 1 OU 2 PESSOAS.
BEIJOS.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Post 3O -A RELIGIÃO NA VIDA DOS FILHOS DE KATHERINE
SB: E a senhora é calma assim por causa da sua fé religiosa? Michael fala da sua fé o tempo todo.
KJ: Não, eu sou assim o tempo todo. Eu nem sempre fui uma Testemunha de Jeová.
SB: A senhora era Testemunha de Jeová quando era jovem?
KJ: Não era. Eu era Batista. Minha mãe nos criou assim nos levando para a escola na igreja todo sábado e para ser parte do coral Júnior.
SB: Então a senhora foi criada como Batista?
KJ: Sim.
SB: E a senhora ia à igreja? A senhora era uma Batista religiosa?
KJ: Sim, eu ia à igreja, mas eu não gostava do que eu via na Igreja Batista. Depois que eu fui julgada pelo jeito que as pessoas agem e o que fazem é que eu saí.
SB: E onde foi isso?
KJ: No leste de Chicago, Indiana.
SB: Pois você viu coisas que te desanimaram e a senhora decidiu procurar uma religião melhor na idade de... Doze? Treze?
KJ: Sim, Doze, treze. Minha irmã e eu estudávamos para sermos Testemunhas de Jeová... Bem, estávamos estudando com os vizinhos que eram Testemunhas. Pois as Testemunhas de Jeová vêm e ensinam a Bíblia para as pessoas. Minha mãe descobriu e ficou brava conosco e nos fez parar. Então depois que eu cresci, e me casei e me mudei, eu me lembro disso. Foi aí que eu comecei a estudar.
SB: A senhora era casada?
KJ: Sim, eu já era casada.
SB: Então a senhora foi exposta às Testemunhas de Jeová quando era adolescente.
KJ: Sim.
SB: Mas seus pais sentiram que era algo que eles não queriam.
KJ: Certo.
SB: Então eles dissuadiram você. Mas a senhora isso ficou internamente. Então quando a senhora teve mais independência e liberdade, você casou jovem?
KJ: Aos 19 anos.
SB: 19? Minha esposa casou aos 19. É como um número na família.
KJ: Mmmmm.
SB: Então a senhora se casou aos19 e se mudou com seu marido direto para Indiana?
KJ: Para Gary, Indiana? Não, quando nos casamos ficamos e meses depois nos mudamos para Gary, Indiana.
SB: Então foi nessa época que a senhora se reencontrou com as Testemunhas de Jeová?
KJ: Sim, mas foi eu acho dez ou doze anos depois.
SB: Mas o que a fez estudar com elas? Eu sei um pouco sobre isso, pois eu li. A senhora sentiu que havia encontrado uma sinceridade maior?
KJ: Bom, é isso que é a religião das Testemunhas de Jeová que estritamente ditada pela Bíblia e acreditam em estar fazendo o certo. Assim, se você comete adultério ou algo do tipo, você é desassociado. Se você é casado e comete adultério, o que é errado, então você é desassociado da religião. Muitas coisas me fizeram acreditar nela. E eu acredito. Há um Criador que se importa com você e então temos que examinar as Escrituras diariamente.
SB: Todos os dias vocês tem alguma coisa para ler?
KJ: Aha.
SB: O Novo e o Velho Testamento?
KJ: Aha.
SB: E a senhora leva esses livros para onde quer que vá?
KJ: Bom, não aquele [ela aponta para um livro]. Mas esses são apenas testemunhos de pessoas sobre o que passaram.
SB: Você sente que é baseada na Bíblia então é muito autêntica. Ademais, é uma religião verdadeira, então realmente tocou você. E então você se converteu formalmente?
KJ: Não, eu estudei. Você tem que estudar a Bíblia.
SB: Seu marido seguiu o mesmo caminho que a senhora?
KJ: Ele estudou também, mas não se tornou uma. Ele pensou que era muito severa para ele. Minha filha mais velha (Rebbie) foi batizada. Michael foi também uma vez.
SB: Mas nenhum filho?
KJ: Não. Mais nenhum.
SB: E por que foi assim? Por que uns e outros não?
KJ: Eu acho que não quiseram, eu não forcei nada. Deixei para o livre-arbítrio deles se quisessem ser.
SB: Então numa certa idade você falou para Michael sobre religião e ele aceitou?
KJ: Não, mas eu acho que ele queria e foi comigo para o Salão do reino.
SB: A senhora ficou orgulhosa pelo fato dele se tornar uma Testemunha de Jeová?
KJ: Fiquei muito orgulhosa.
SB: E nessa época ele já era famoso? Ou era só um garoto?
KJ: Ele já era famoso, em um certo ponto. Sim, ele era famoso por que os Jackson 5 ficaram muito famosos de primeira.
SB: Certo, então foi na idade em que ele já estava nos Jackson 5.
KJ: Certo. Certo.
SB: Mas ele foi o único dos Jackson (dos meninos) que foi batizado?
KJ: Ele foi o único.
SB: E a senhora e ele costumávamos ir com a senhora aos domingos à igreja?
KJ: Oh, sim, aha. E costumava ir por conta própria.
SB: Eu perguntei à Frank esse belo artigo sobre Michael e eu escrevi sobre pioneirismo e Sabbath. Um belo artigo. [foi publicado no bem conhecido website Beliefnet.com]
KJ: É mesmo?
SB: Oh, e teve cobertura em todos os lugares.
KJ: Mesmo?
SB: Oh, e foi enorme. É uma pena que ele não tenha te mostrado isso, pois é um belo artigo.
KJ: Oh, por que ele não me mostrou?
SB: É belo artigo sobre como ele adorou o Sabbath.
KJ: Mhmmm.
SB: Ele disse que iria com a senhora. E me disse que o que havia gostado que nunca o haviam tratado diferente, que embora ele fosse agora uma estrela, eles o chamariam de Irmão Jackson.
KJ: Aha.
SB: Eles iriam continuar em não tratá-lo diferente, não menos, não mais do que outro.
KJ: Sim.
SB: A senhora percebeu isso também [falando das Testemunhas].
KJ: Sim, eu percebi. É assim que eles pensam. Há muitos artistas que são Testemunhas de Jeová. Não consigo lembrar do nome de um grupo, sabe, Benson, Ronie Loss. Eu posso nomear um monte de artistas que são testemunhas de Jeová. E eles os tratam do mesmo jeito. Não os tratam diferente. Os trata como que se fossem um deles.
SB: O Michael gostava disso? Que ele poderia finalmente ser ele mesmo?
KJ: Sim, eu acho que sim.
SB: Ele também me disse que eles eram muito bons. Que se os repórteres o seguissem até a igreja eles não davam muita importância a isso. [rindo]. No artigo escrevemos de forma brincalhona “até os repórteres eram filhos de Deus.”.
KJ: [rindo] Isso é verdade.
SB: Okay, então a senhora tem todos esses filhos, alguns deles abraçaram a religião e Michael foi um deles, embora ele fosse uma grande estrela. Sempre pareceu para mim em nossas conversas que Michael tem uma espiritualidade natural, que ele é naturalmente próximo à Deus.
KJ: Sim. Aha.
SB: A senhora poderia comentar isso? A senhora percebeu isso nele logo cedo?
KJ: Aha.
SB: Ele rezava antes de ir dormir à noite?
KJ: Sim, eu acredito que ele rezava. Como eu tenho alguns filhos... Eu não sei ao menos se eles, eu não sei, eu não posso dizer por que...
SB: A senhora fica desconfortável em falar sobre isso?
KJ: Estou bem. Mas eu sei que Michael é espiritual. Ele sempre foi uma criança quieta e espiritual. E ele apenas ama pessoas, ama criança. E nós nos sentávamos e apenas chorávamos quando víamos... pois é muito triste e eu sabia então, sabe... e ele costumava me dizer, "Eu não sei como curar o mundo todo, mãe... mas eu posso pelo menos... Começar alguma coisa."
SB: Eu estava conversando sobre isso com Michael ontem. Testemunhas de Jeová não celebram aniversários.
KJ: Não.
SB: E há um motivo para isso?
KJ: Sim... A morte de Jesus é... o único feriado que...
SB: Okay, há a Páscoa. Vocês chamam de Páscoa ou de outra coisa?
KJ: Uh, nós não chamamos... Não celebramos a Páscoa.
SB: Há a ressurreição. Vocês celebram no mesmo dia em que ele [Jesus] morreu.
KJ: Sim.
SB: Certo, okay. Boa sexta-feira.
KJ: E esse foi o único dia que ele disse para manter [ a morte de Jesus]. Não a ressurreição.
SB: A senhora lê a Bíblia todos os dias?
KJ: Sim.
SB: Então isso é... isso é a sua vida, sua religião. É o centro absoluto de quem você é.
KJ: Bom, sim, em todo o Salão do Reino [eu vou a cinco reuniões em uma semana].
SB: Cinco reuniões em uma semana?
KJ: Mas não é uma 'reunião'. Temos uma grande reunião aos domingos a noite, que é quando vamos para ensinar e aprender, coisas assim. Nunca se para de estudar a Bíblia.
SB: Certo.
KJ: Os Judeus também a lêem o tempo todo?
SB: Absolutamente. Oh absolutamente, nós lemos...
KJ: Depois de lerem dia e noite. Eu sei que vocês sabem tudo sobre isso.
SB: Nós lemos a Bíblia todo santo dia.
KJ: Aha.
SB: Quero dizer, já nessa idade, eu tenho 34 anos, eu estudei a vida toda. Eu sei, quero dizer, eu não estou tentando me gabar, mas apenas por lê-la eu sei muito pelo coração agora.
KJ: Oh.
SB: Pelo menos os cinco livros de Moisés [o Pentateuco], é isso.
KJ: Aha.
SB: Que é no que focamos mais do que qualquer outra coisa. Mais do que os Salmos ou os Profetas.
KJ: Certo.
KJ: Não, eu sou assim o tempo todo. Eu nem sempre fui uma Testemunha de Jeová.
SB: A senhora era Testemunha de Jeová quando era jovem?
KJ: Não era. Eu era Batista. Minha mãe nos criou assim nos levando para a escola na igreja todo sábado e para ser parte do coral Júnior.
SB: Então a senhora foi criada como Batista?
KJ: Sim.
SB: E a senhora ia à igreja? A senhora era uma Batista religiosa?
KJ: Sim, eu ia à igreja, mas eu não gostava do que eu via na Igreja Batista. Depois que eu fui julgada pelo jeito que as pessoas agem e o que fazem é que eu saí.
SB: E onde foi isso?
KJ: No leste de Chicago, Indiana.
SB: Pois você viu coisas que te desanimaram e a senhora decidiu procurar uma religião melhor na idade de... Doze? Treze?
KJ: Sim, Doze, treze. Minha irmã e eu estudávamos para sermos Testemunhas de Jeová... Bem, estávamos estudando com os vizinhos que eram Testemunhas. Pois as Testemunhas de Jeová vêm e ensinam a Bíblia para as pessoas. Minha mãe descobriu e ficou brava conosco e nos fez parar. Então depois que eu cresci, e me casei e me mudei, eu me lembro disso. Foi aí que eu comecei a estudar.
SB: A senhora era casada?
KJ: Sim, eu já era casada.
SB: Então a senhora foi exposta às Testemunhas de Jeová quando era adolescente.
KJ: Sim.
SB: Mas seus pais sentiram que era algo que eles não queriam.
KJ: Certo.
SB: Então eles dissuadiram você. Mas a senhora isso ficou internamente. Então quando a senhora teve mais independência e liberdade, você casou jovem?
KJ: Aos 19 anos.
SB: 19? Minha esposa casou aos 19. É como um número na família.
KJ: Mmmmm.
SB: Então a senhora se casou aos19 e se mudou com seu marido direto para Indiana?
KJ: Para Gary, Indiana? Não, quando nos casamos ficamos e meses depois nos mudamos para Gary, Indiana.
SB: Então foi nessa época que a senhora se reencontrou com as Testemunhas de Jeová?
KJ: Sim, mas foi eu acho dez ou doze anos depois.
SB: Mas o que a fez estudar com elas? Eu sei um pouco sobre isso, pois eu li. A senhora sentiu que havia encontrado uma sinceridade maior?
KJ: Bom, é isso que é a religião das Testemunhas de Jeová que estritamente ditada pela Bíblia e acreditam em estar fazendo o certo. Assim, se você comete adultério ou algo do tipo, você é desassociado. Se você é casado e comete adultério, o que é errado, então você é desassociado da religião. Muitas coisas me fizeram acreditar nela. E eu acredito. Há um Criador que se importa com você e então temos que examinar as Escrituras diariamente.
SB: Todos os dias vocês tem alguma coisa para ler?
KJ: Aha.
SB: O Novo e o Velho Testamento?
KJ: Aha.
SB: E a senhora leva esses livros para onde quer que vá?
KJ: Bom, não aquele [ela aponta para um livro]. Mas esses são apenas testemunhos de pessoas sobre o que passaram.
SB: Você sente que é baseada na Bíblia então é muito autêntica. Ademais, é uma religião verdadeira, então realmente tocou você. E então você se converteu formalmente?
KJ: Não, eu estudei. Você tem que estudar a Bíblia.
SB: Seu marido seguiu o mesmo caminho que a senhora?
KJ: Ele estudou também, mas não se tornou uma. Ele pensou que era muito severa para ele. Minha filha mais velha (Rebbie) foi batizada. Michael foi também uma vez.
SB: Mas nenhum filho?
KJ: Não. Mais nenhum.
SB: E por que foi assim? Por que uns e outros não?
KJ: Eu acho que não quiseram, eu não forcei nada. Deixei para o livre-arbítrio deles se quisessem ser.
SB: Então numa certa idade você falou para Michael sobre religião e ele aceitou?
KJ: Não, mas eu acho que ele queria e foi comigo para o Salão do reino.
SB: A senhora ficou orgulhosa pelo fato dele se tornar uma Testemunha de Jeová?
KJ: Fiquei muito orgulhosa.
SB: E nessa época ele já era famoso? Ou era só um garoto?
KJ: Ele já era famoso, em um certo ponto. Sim, ele era famoso por que os Jackson 5 ficaram muito famosos de primeira.
SB: Certo, então foi na idade em que ele já estava nos Jackson 5.
KJ: Certo. Certo.
SB: Mas ele foi o único dos Jackson (dos meninos) que foi batizado?
KJ: Ele foi o único.
SB: E a senhora e ele costumávamos ir com a senhora aos domingos à igreja?
KJ: Oh, sim, aha. E costumava ir por conta própria.
SB: Eu perguntei à Frank esse belo artigo sobre Michael e eu escrevi sobre pioneirismo e Sabbath. Um belo artigo. [foi publicado no bem conhecido website Beliefnet.com]
KJ: É mesmo?
SB: Oh, e teve cobertura em todos os lugares.
KJ: Mesmo?
SB: Oh, e foi enorme. É uma pena que ele não tenha te mostrado isso, pois é um belo artigo.
KJ: Oh, por que ele não me mostrou?
SB: É belo artigo sobre como ele adorou o Sabbath.
KJ: Mhmmm.
SB: Ele disse que iria com a senhora. E me disse que o que havia gostado que nunca o haviam tratado diferente, que embora ele fosse agora uma estrela, eles o chamariam de Irmão Jackson.
KJ: Aha.
SB: Eles iriam continuar em não tratá-lo diferente, não menos, não mais do que outro.
KJ: Sim.
SB: A senhora percebeu isso também [falando das Testemunhas].
KJ: Sim, eu percebi. É assim que eles pensam. Há muitos artistas que são Testemunhas de Jeová. Não consigo lembrar do nome de um grupo, sabe, Benson, Ronie Loss. Eu posso nomear um monte de artistas que são testemunhas de Jeová. E eles os tratam do mesmo jeito. Não os tratam diferente. Os trata como que se fossem um deles.
SB: O Michael gostava disso? Que ele poderia finalmente ser ele mesmo?
KJ: Sim, eu acho que sim.
SB: Ele também me disse que eles eram muito bons. Que se os repórteres o seguissem até a igreja eles não davam muita importância a isso. [rindo]. No artigo escrevemos de forma brincalhona “até os repórteres eram filhos de Deus.”.
KJ: [rindo] Isso é verdade.
SB: Okay, então a senhora tem todos esses filhos, alguns deles abraçaram a religião e Michael foi um deles, embora ele fosse uma grande estrela. Sempre pareceu para mim em nossas conversas que Michael tem uma espiritualidade natural, que ele é naturalmente próximo à Deus.
KJ: Sim. Aha.
SB: A senhora poderia comentar isso? A senhora percebeu isso nele logo cedo?
KJ: Aha.
SB: Ele rezava antes de ir dormir à noite?
KJ: Sim, eu acredito que ele rezava. Como eu tenho alguns filhos... Eu não sei ao menos se eles, eu não sei, eu não posso dizer por que...
SB: A senhora fica desconfortável em falar sobre isso?
KJ: Estou bem. Mas eu sei que Michael é espiritual. Ele sempre foi uma criança quieta e espiritual. E ele apenas ama pessoas, ama criança. E nós nos sentávamos e apenas chorávamos quando víamos... pois é muito triste e eu sabia então, sabe... e ele costumava me dizer, "Eu não sei como curar o mundo todo, mãe... mas eu posso pelo menos... Começar alguma coisa."
SB: Eu estava conversando sobre isso com Michael ontem. Testemunhas de Jeová não celebram aniversários.
KJ: Não.
SB: E há um motivo para isso?
KJ: Sim... A morte de Jesus é... o único feriado que...
SB: Okay, há a Páscoa. Vocês chamam de Páscoa ou de outra coisa?
KJ: Uh, nós não chamamos... Não celebramos a Páscoa.
SB: Há a ressurreição. Vocês celebram no mesmo dia em que ele [Jesus] morreu.
KJ: Sim.
SB: Certo, okay. Boa sexta-feira.
KJ: E esse foi o único dia que ele disse para manter [ a morte de Jesus]. Não a ressurreição.
SB: A senhora lê a Bíblia todos os dias?
KJ: Sim.
SB: Então isso é... isso é a sua vida, sua religião. É o centro absoluto de quem você é.
KJ: Bom, sim, em todo o Salão do Reino [eu vou a cinco reuniões em uma semana].
SB: Cinco reuniões em uma semana?
KJ: Mas não é uma 'reunião'. Temos uma grande reunião aos domingos a noite, que é quando vamos para ensinar e aprender, coisas assim. Nunca se para de estudar a Bíblia.
SB: Certo.
KJ: Os Judeus também a lêem o tempo todo?
SB: Absolutamente. Oh absolutamente, nós lemos...
KJ: Depois de lerem dia e noite. Eu sei que vocês sabem tudo sobre isso.
SB: Nós lemos a Bíblia todo santo dia.
KJ: Aha.
SB: Quero dizer, já nessa idade, eu tenho 34 anos, eu estudei a vida toda. Eu sei, quero dizer, eu não estou tentando me gabar, mas apenas por lê-la eu sei muito pelo coração agora.
KJ: Oh.
SB: Pelo menos os cinco livros de Moisés [o Pentateuco], é isso.
KJ: Aha.
SB: Que é no que focamos mais do que qualquer outra coisa. Mais do que os Salmos ou os Profetas.
KJ: Certo.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
POST 29-A ENTREVISTA COM KATHERINE
Parte 4 do livro.
SB: Então você quer que isso seja mais do que uma conversa. Primeiramente eu quero conhecê-la e que é um grande prazer. Eu sou amigo de Michael. Ele sempre fala da senhora. Na verdade a senhora é uma das figuras centrais do livro.
Katherine Jackson: Mesmo?
SB: Oh ele adora a senhora. Fomos à Neverland e vimos o trem Katherine, a montanha Katherine. E quando ele fala da senhora os olhos dele quase se fecham e ele quase entra em êxtase entusiástico.
KJ: [risos] Ele é um filho e tanto. Ele é um filho muito bom.
SB: Oh ele te venera. Quero dizer a senhora é uma das maiores matriarcas da América. Quero dizer, quem pode alegar ter uma família que atingiu coisas que a sua atingiu? A senhora deve ter muito orgulho de seus filhos.
KJ: Eu tenho. Eu tenho muito orgulho, mas você sabe, tem que se pagar o preço.
SB: Se a senhora quiser que eu desligo o gravador , tudo bem...
KJ: Quer dizer, quando eu quiser?
SB: Quando quiser que eu desligue, eu desligo.
KJ: Tudo bem. Qualquer coisa que você queira me perguntar eu estou pronta.
SB: Você quer dizer 'pagar o preço' em termos de fama?
KJ: Sim. Quando se refere à fama, sabe, você paga o preço. Às vezes é bom, às vezes é mau. As pessoas gostam de ouvir coisas ruins. Pessoas inventam coisas sobre você e isso magoa de certo jeito, pois você percebe um monte de gente... Eles vão à TV e dizem um monte de coisas sobre você que nem eles mesmos sabem. Você vê que não é verdade, mas está acontecendo. Então você tem que ser forte para passar por isso.
SB: Como você dá conta do extraordinário talento musical em sua família?
KJ: Bom, eu sempre amei música. Meu marido também. Minha irmã e eu quando éramos jovens costumávamos cantar juntos o tempo todo e agora o engraçado disso, meu pai, veio de Indiana. Leste de Chicago, Indiana, Foi onde eu cresci. Meu pai costumava ouvir uma estação de rádio - não tínhamos televisão naqueles tempos - e essa estação era chamada "Super Time Frolic". E toda noite ela dava sinal para todo noroeste do país. Ele [o pai dela] deu para o meu filho Tito um violão. Depois que eu casei e me mudei para Gary, meu pai trouxe o violão para Tito como um presente. E os garotos depois que ganhamos uma televisão, eles costumavam assistir, sempre que os Temptations se apresentavam, isso era nos anos sessenta. Começou mesmo quando eu comecei a cantar com eles.
SB: Não tinha ouvido isso. Você costumava cantar com eles?
KJ: Você não leu sobre isso? Sim. Não, não, não profissionalmente.
SB: Não, eu entendo. Em casa...
KJ: Quando eles eram pequenos, quando eram bem jovens. Eu acho que Michael nem havia nascido ainda naquele tempo e sempre quando... Tínhamos que pagar para ter TV por um mês. E sabe, quando você compra e vai pagando por mês. E nossa TV quebrou e estava frio e nevando e nós não tínhamos... As crianças não tinham nada para fazer. Então começamos a cantar canções. Eram canções como "Old Cotton Field Back Home." Eu não si se você conhece essas canções, canções folclóricas mesmo. E mesmo antes disso, meu marido e eu costumávamos cantar juntos pela casa enquanto fazíamos nossas tarefas, harmonizando, e sempre amamos música e a família de meu marido era toda musica. Ele toca harmônica, ele costumava tocar, e violão também, e seus irmãos tocavam saxofone e trombone e meu pai tocava violão. Então apenas amávamos música e eu acho que essa foi a haste.
SB: Você não vê como algo genético?
KJ: Bom, poderia ser por que minha...
SB: Não há uma família de verdade que tenha esse registro de...
KJ: Meu avô ou meu bisavô, eu diria bisavô, e minha mãe costumavam me contar estórias sobre como eles mantinham velhas janelas de madeira onde eles costumavam abrir para cantar e se podia ouvir as vozes deles ecoando pelo campo e não havia mais nada para fazer. Isso era a coisa mais barata que se podia fazer para entreter você e sua família, pois não havia muito dinheiro para sair na época, então tínhamos que nos entreter com música. Violões e harmônicas.
SB: Então você acha que essas famílias eram mais felizes do que as famílias de hoje que têm dinheiro?
KJ: Oh sim, eu acho. Eu realmente acredito nisso. Pois mesmo quando morava em Gary eu era muito mais feliz de certa forma. Eu sou feliz hoje, mas... As famílias eram mais próximas e eu acho que toda família sente que quando são pobres, são mais próximas.
SB: Algumas das perguntas que eu tenho... Vamos começar primeiro com Michael. Ele queria que eu a conhecesse, pois a senhora tem muitas estórias para contar que ele possa ter esquecido. Por exemplo, o quê fez ele o que ele é? E não estou falando do lado musical. A maioria das estrelas de Hollywood que ganhou muito dinheiro e são mundialmente famosas são arrogantes e egocêntricos. Não estão interessados nos jovens. Essa é última coisa na qual eles se interessariam. Primeiramente, Michael vivia em casa até os 27 anos, o que é incrível. Quero dizer, quem ouviu sobre isso... Macaulay Culkin se mudou quando ele tinha uns 11 anos [eu estava exagerando]. Como a senhora lida com essa suavidade e gentileza dele, o amor dele pelos animais e pelas crianças, pela sensibilidade pela vida que ele tem? Ele é como um garoto, coisas o surpreendem e o assombram. como a senhora lida com isso?
KJ: Você sabe que essas perguntas que fez são difíceis de responder de certa forma. Mas, cada um deles costumava ter um gato e eu disse, " Você podem ter um gato, mas não o traga para dentro," e as coisas foram assim por anos antes de virmos para Califórnia.
SB: Então aqui ele já estava demonstrando isso desde a tenra idade.
KJ: O amor por animais desde cedo e Janet era outra que amava animais desde pequenina. Não temos uma regra, mas os animais ficam lá fora. Animais corriam perdidos, Estavam em todo lugar. Depois que viemos para a Califórnia ele pode ter animais, então eles tinham cobras e uma ovelha. Aqui em Encino tínhamos um pequeno zoológico. Tínhamos uma girafa. Ele amava essas coisas. Sabe, eu acho que é por isso... Vou te dizer no que eu acredito, É por isso que quando voltamos para Indiana, foi ruim. Gary, Indiana, era lugar ruim. E meu marido, ele não deixaria as crianças saírem e ficar com... com os outros jovens da vizinhança.
SB: Por que nada disso entrou na cabeça de Michael? Por que ele ficava em casa? Ele me disse " Sou da moda antiga. Fico em casa até me casar!" Você o criou com esses valores? Com que fé a senhora o criou? Michael é fundamentalmente uma pessoa suave e sensível. De onde vem isso?
KJ: Eu odeio dizer isso.
SB: Todos os outros são como ele?
KJ: A maioria deles, sim. Eu diria que - e eu odeio dizer isso. Eu costumava dizer à ele o tempo inteiro que era muito parecido comigo e eu não queria que ele fosse assim.
SB: Foi exatamente o que ele disse.
KJ: [risos] Eu costumava dizer para ele, "Não quero que você seja assim. Você é um homem. Você tem que ser forte. Sabe. Mas ele é gentil. Ele é apenas um homem gentil.
SB: Então o que a senhora está dizendo é que a brandura dele vem da senhora. Ele era mais apegado à senhora do que ao pai.
KJ: Oh sim.
SB: Então ele te tomou como exemplo.
KJ: Oh sim.
SB: E ele de verdade acredita em ser gentil do que ficar magoado e infringir dor em alguém.
KJ: Nada mau.
------------------------------
COMENTÁRIO :
É realmente lindo a forma como a dona Katherine se refere ao Filho.
GENTE OBRIGADA MAIS UMA VEZ. ESTOU LOUCA PARA POSTAR A PARTE QUENTE DO LIVRO . VOCÊS VÃO GOSTAR. :D
SB: Então você quer que isso seja mais do que uma conversa. Primeiramente eu quero conhecê-la e que é um grande prazer. Eu sou amigo de Michael. Ele sempre fala da senhora. Na verdade a senhora é uma das figuras centrais do livro.
Katherine Jackson: Mesmo?
SB: Oh ele adora a senhora. Fomos à Neverland e vimos o trem Katherine, a montanha Katherine. E quando ele fala da senhora os olhos dele quase se fecham e ele quase entra em êxtase entusiástico.
KJ: [risos] Ele é um filho e tanto. Ele é um filho muito bom.
SB: Oh ele te venera. Quero dizer a senhora é uma das maiores matriarcas da América. Quero dizer, quem pode alegar ter uma família que atingiu coisas que a sua atingiu? A senhora deve ter muito orgulho de seus filhos.
KJ: Eu tenho. Eu tenho muito orgulho, mas você sabe, tem que se pagar o preço.
SB: Se a senhora quiser que eu desligo o gravador , tudo bem...
KJ: Quer dizer, quando eu quiser?
SB: Quando quiser que eu desligue, eu desligo.
KJ: Tudo bem. Qualquer coisa que você queira me perguntar eu estou pronta.
SB: Você quer dizer 'pagar o preço' em termos de fama?
KJ: Sim. Quando se refere à fama, sabe, você paga o preço. Às vezes é bom, às vezes é mau. As pessoas gostam de ouvir coisas ruins. Pessoas inventam coisas sobre você e isso magoa de certo jeito, pois você percebe um monte de gente... Eles vão à TV e dizem um monte de coisas sobre você que nem eles mesmos sabem. Você vê que não é verdade, mas está acontecendo. Então você tem que ser forte para passar por isso.
SB: Como você dá conta do extraordinário talento musical em sua família?
KJ: Bom, eu sempre amei música. Meu marido também. Minha irmã e eu quando éramos jovens costumávamos cantar juntos o tempo todo e agora o engraçado disso, meu pai, veio de Indiana. Leste de Chicago, Indiana, Foi onde eu cresci. Meu pai costumava ouvir uma estação de rádio - não tínhamos televisão naqueles tempos - e essa estação era chamada "Super Time Frolic". E toda noite ela dava sinal para todo noroeste do país. Ele [o pai dela] deu para o meu filho Tito um violão. Depois que eu casei e me mudei para Gary, meu pai trouxe o violão para Tito como um presente. E os garotos depois que ganhamos uma televisão, eles costumavam assistir, sempre que os Temptations se apresentavam, isso era nos anos sessenta. Começou mesmo quando eu comecei a cantar com eles.
SB: Não tinha ouvido isso. Você costumava cantar com eles?
KJ: Você não leu sobre isso? Sim. Não, não, não profissionalmente.
SB: Não, eu entendo. Em casa...
KJ: Quando eles eram pequenos, quando eram bem jovens. Eu acho que Michael nem havia nascido ainda naquele tempo e sempre quando... Tínhamos que pagar para ter TV por um mês. E sabe, quando você compra e vai pagando por mês. E nossa TV quebrou e estava frio e nevando e nós não tínhamos... As crianças não tinham nada para fazer. Então começamos a cantar canções. Eram canções como "Old Cotton Field Back Home." Eu não si se você conhece essas canções, canções folclóricas mesmo. E mesmo antes disso, meu marido e eu costumávamos cantar juntos pela casa enquanto fazíamos nossas tarefas, harmonizando, e sempre amamos música e a família de meu marido era toda musica. Ele toca harmônica, ele costumava tocar, e violão também, e seus irmãos tocavam saxofone e trombone e meu pai tocava violão. Então apenas amávamos música e eu acho que essa foi a haste.
SB: Você não vê como algo genético?
KJ: Bom, poderia ser por que minha...
SB: Não há uma família de verdade que tenha esse registro de...
KJ: Meu avô ou meu bisavô, eu diria bisavô, e minha mãe costumavam me contar estórias sobre como eles mantinham velhas janelas de madeira onde eles costumavam abrir para cantar e se podia ouvir as vozes deles ecoando pelo campo e não havia mais nada para fazer. Isso era a coisa mais barata que se podia fazer para entreter você e sua família, pois não havia muito dinheiro para sair na época, então tínhamos que nos entreter com música. Violões e harmônicas.
SB: Então você acha que essas famílias eram mais felizes do que as famílias de hoje que têm dinheiro?
KJ: Oh sim, eu acho. Eu realmente acredito nisso. Pois mesmo quando morava em Gary eu era muito mais feliz de certa forma. Eu sou feliz hoje, mas... As famílias eram mais próximas e eu acho que toda família sente que quando são pobres, são mais próximas.
SB: Algumas das perguntas que eu tenho... Vamos começar primeiro com Michael. Ele queria que eu a conhecesse, pois a senhora tem muitas estórias para contar que ele possa ter esquecido. Por exemplo, o quê fez ele o que ele é? E não estou falando do lado musical. A maioria das estrelas de Hollywood que ganhou muito dinheiro e são mundialmente famosas são arrogantes e egocêntricos. Não estão interessados nos jovens. Essa é última coisa na qual eles se interessariam. Primeiramente, Michael vivia em casa até os 27 anos, o que é incrível. Quero dizer, quem ouviu sobre isso... Macaulay Culkin se mudou quando ele tinha uns 11 anos [eu estava exagerando]. Como a senhora lida com essa suavidade e gentileza dele, o amor dele pelos animais e pelas crianças, pela sensibilidade pela vida que ele tem? Ele é como um garoto, coisas o surpreendem e o assombram. como a senhora lida com isso?
KJ: Você sabe que essas perguntas que fez são difíceis de responder de certa forma. Mas, cada um deles costumava ter um gato e eu disse, " Você podem ter um gato, mas não o traga para dentro," e as coisas foram assim por anos antes de virmos para Califórnia.
SB: Então aqui ele já estava demonstrando isso desde a tenra idade.
KJ: O amor por animais desde cedo e Janet era outra que amava animais desde pequenina. Não temos uma regra, mas os animais ficam lá fora. Animais corriam perdidos, Estavam em todo lugar. Depois que viemos para a Califórnia ele pode ter animais, então eles tinham cobras e uma ovelha. Aqui em Encino tínhamos um pequeno zoológico. Tínhamos uma girafa. Ele amava essas coisas. Sabe, eu acho que é por isso... Vou te dizer no que eu acredito, É por isso que quando voltamos para Indiana, foi ruim. Gary, Indiana, era lugar ruim. E meu marido, ele não deixaria as crianças saírem e ficar com... com os outros jovens da vizinhança.
SB: Por que nada disso entrou na cabeça de Michael? Por que ele ficava em casa? Ele me disse " Sou da moda antiga. Fico em casa até me casar!" Você o criou com esses valores? Com que fé a senhora o criou? Michael é fundamentalmente uma pessoa suave e sensível. De onde vem isso?
KJ: Eu odeio dizer isso.
SB: Todos os outros são como ele?
KJ: A maioria deles, sim. Eu diria que - e eu odeio dizer isso. Eu costumava dizer à ele o tempo inteiro que era muito parecido comigo e eu não queria que ele fosse assim.
SB: Foi exatamente o que ele disse.
KJ: [risos] Eu costumava dizer para ele, "Não quero que você seja assim. Você é um homem. Você tem que ser forte. Sabe. Mas ele é gentil. Ele é apenas um homem gentil.
SB: Então o que a senhora está dizendo é que a brandura dele vem da senhora. Ele era mais apegado à senhora do que ao pai.
KJ: Oh sim.
SB: Então ele te tomou como exemplo.
KJ: Oh sim.
SB: E ele de verdade acredita em ser gentil do que ficar magoado e infringir dor em alguém.
KJ: Nada mau.
------------------------------
COMENTÁRIO :
É realmente lindo a forma como a dona Katherine se refere ao Filho.
GENTE OBRIGADA MAIS UMA VEZ. ESTOU LOUCA PARA POSTAR A PARTE QUENTE DO LIVRO . VOCÊS VÃO GOSTAR. :D
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
MICHAEL E O AMOR DE SEUS FÃS: UMA RUA DE DUAS MÃOS
SB: Deixe eu te perguntar isso. Vendo que você ficou em algo como desvantagem quando criança, sem ter tido amor que você precisava. Como você supera o que não teve? Como aprendeu a fazer as ferramentas básicas de que foi privado?
MJ: Eu acho que a música e a dança me ajudaram muito, foi como terapia. Ser capaz de expressar seus sentimentos através e canções e suas emoções no palco e ter todo esse amor milhares de vezes de volta dos fãs.
SB: Isso compensa por aquilo que você não teve?
MJ: Sim, por que um fã vem, quero dizer honestamente quando alguém vem até você e diz “Eu te amo tanto.!", isso faz meu coração se sentir tão bem. Eu nunca fico cansado disso.
SB: Verdade? Você às vezes não sente que um fã louco, um perseguidor, leva as coisas longe demais?
MJ: Não, não. Eu apenas amo isso. Eu apenas amor meus fãs. Eu amo cada pedacinho deles e o que faz meu coração feliz é quando eles apoiam as minhas crenças sobre família e crianças. Eles tê posteres de crianças e bebês e eles estã comigo, eles entendem, sabe? Eles entendem o que eu digo.
SB: Então o que você não tem dos pais você consegue dos fãs, mas há uma grande diferença. Pais deveriam te dar amor incondicional, mesmo que você não o mereça. A mãe de Bill Clinton, Virginia Kelly, uma vez foi perguntada sobre qual filho ela amava mais, Bill, quem tinha a tinha deixado mais orgulhosa por ser o presidente dos E.U.A, ou Roger, que tinha problemas com drogas e foi acusado de ser um pai que batia.
MJ: Um dos filhos?
SB: Roger, o irmão de Bill Clinton.
MJ: Ele tinha vício em drogas?
SB: Claro, estou quase certo de que ele fora preso por vender drogas.
MJ: Verdade?
SB: E ele era um pai que batia, não pagava pensão alimentícia e coisas assim. E perguntaram para ela, "Um filho era meio vagabundo e o outro era presidente, você ama mais o Bill?" E ela respondeu, "O quê? Está louco? Eu amo ambos os meus filhos. Eu os amo igualmente." Deve haver uma diferença, Michael, entre como os fãs amam você, e como sua família ama. Pais amam incondicionalmente, mas os fãs te amam por que você sabe cantar e dançar, ou você tem amor incondicional vindo dos fãs?
MJ: Isso é difícil, pois eu não estou na pele deles. Umm, eu acho que depois que descobrem quem eu sou e como eu os vejo e como os faço se sentirem bem, eles me amam incondicionalmente. Eu sei que amam... Eu sinto isso. Eu vejo isso. Você sai comigo às vezes e temos que passar por fãs enlouquecidos, você verá alguma coisa. É inacreditável, é como uma experiência religiosa. Eles dormem nas ruas, seguram velas e ficam lá com suas famílias, é lindo. Eu amo ver as crianças chegando, isso me faz tão feliz.
SB: Então esse é o caso onde eles originalmente te amam por causa da música e dança, mas então quando passam além desse ponto...
MJ: Sim, eles descobrem o que eu tenho, o que estou tentando dizer... Há uma mensagem na música que é mais do que uma batida e ritmo. Há algo realmente profundo.
SB: Por que você tem fãs tão fanáticos? Posso dizer o quão fanáticos eles são? Eu nem te mostrei ainda, mas aquele artigo que eu publiquei sobre você, após ir a Neverland no seu aniversário, gerou centenas de cartas e e-mails para nós. Você tem que ver isso. Metade dessas pessoas têm seus próprios websites sobre você. Há algo como que centenas sobre centenas de sites sobre você.
MJ: Sim, sim.
SB: Como dá conta disso? Quero dizer, todos têm fãs. è como quando conversamos sobre as Spice Girls outro dia. É claro que elas têm fãs, onde estão os fãs delas agora? Por que os seus fãs são tão 'duráveis'?
MJ: Eu acho que eles... Foi-me dado o dom por Deus e eu não tenho sido o tipo de artista "hoje aqui, amanhã se foi" e isso permite que as pessoas, o público, cresça comigo. Quando crescem comigo é mais um contato emocional e eles se sentem ligados à mim como se eu fosse um irmão. Eu tenho pessoas que vêm até mim e dizem, "Michael!" começam a conversar, me agarrando como se eu fosse um irmão. E eu ajo como se fosse mesmo, sabe, você deixar que deixar a coisa ir. Eles realmente sentem que você pertence à eles.
SB: Você os tem conhecido pela vida inteira?
MJ: Sim, a minha vida toda e eu tenho que deixar a coisa seguir. Por que eu estou nas paredes deles, eles me ouvem pela manhã, e há fotos em todos os lugares. É como um templo e alguns religiosos dizem que é idolatria, mas eu não acredito que seja.
SB: Okay, por que não é idolatria?
MJ: Eu nunca escrevi antes, nem ouvi antes os fãs afirmando que eu sou um deus. Talvez haja alguns banners que dizem " Você é deus!" Temos filmagens assim, mas não as mostramos na TV. Temos banners que dizem isso. Eu não acho que seja algo mau, pois eu estou falando de amor, vamos restaurar a família...
MJ: Eu acho que a música e a dança me ajudaram muito, foi como terapia. Ser capaz de expressar seus sentimentos através e canções e suas emoções no palco e ter todo esse amor milhares de vezes de volta dos fãs.
SB: Isso compensa por aquilo que você não teve?
MJ: Sim, por que um fã vem, quero dizer honestamente quando alguém vem até você e diz “Eu te amo tanto.!", isso faz meu coração se sentir tão bem. Eu nunca fico cansado disso.
SB: Verdade? Você às vezes não sente que um fã louco, um perseguidor, leva as coisas longe demais?
MJ: Não, não. Eu apenas amo isso. Eu apenas amor meus fãs. Eu amo cada pedacinho deles e o que faz meu coração feliz é quando eles apoiam as minhas crenças sobre família e crianças. Eles tê posteres de crianças e bebês e eles estã comigo, eles entendem, sabe? Eles entendem o que eu digo.
SB: Então o que você não tem dos pais você consegue dos fãs, mas há uma grande diferença. Pais deveriam te dar amor incondicional, mesmo que você não o mereça. A mãe de Bill Clinton, Virginia Kelly, uma vez foi perguntada sobre qual filho ela amava mais, Bill, quem tinha a tinha deixado mais orgulhosa por ser o presidente dos E.U.A, ou Roger, que tinha problemas com drogas e foi acusado de ser um pai que batia.
MJ: Um dos filhos?
SB: Roger, o irmão de Bill Clinton.
MJ: Ele tinha vício em drogas?
SB: Claro, estou quase certo de que ele fora preso por vender drogas.
MJ: Verdade?
SB: E ele era um pai que batia, não pagava pensão alimentícia e coisas assim. E perguntaram para ela, "Um filho era meio vagabundo e o outro era presidente, você ama mais o Bill?" E ela respondeu, "O quê? Está louco? Eu amo ambos os meus filhos. Eu os amo igualmente." Deve haver uma diferença, Michael, entre como os fãs amam você, e como sua família ama. Pais amam incondicionalmente, mas os fãs te amam por que você sabe cantar e dançar, ou você tem amor incondicional vindo dos fãs?
MJ: Isso é difícil, pois eu não estou na pele deles. Umm, eu acho que depois que descobrem quem eu sou e como eu os vejo e como os faço se sentirem bem, eles me amam incondicionalmente. Eu sei que amam... Eu sinto isso. Eu vejo isso. Você sai comigo às vezes e temos que passar por fãs enlouquecidos, você verá alguma coisa. É inacreditável, é como uma experiência religiosa. Eles dormem nas ruas, seguram velas e ficam lá com suas famílias, é lindo. Eu amo ver as crianças chegando, isso me faz tão feliz.
SB: Então esse é o caso onde eles originalmente te amam por causa da música e dança, mas então quando passam além desse ponto...
MJ: Sim, eles descobrem o que eu tenho, o que estou tentando dizer... Há uma mensagem na música que é mais do que uma batida e ritmo. Há algo realmente profundo.
SB: Por que você tem fãs tão fanáticos? Posso dizer o quão fanáticos eles são? Eu nem te mostrei ainda, mas aquele artigo que eu publiquei sobre você, após ir a Neverland no seu aniversário, gerou centenas de cartas e e-mails para nós. Você tem que ver isso. Metade dessas pessoas têm seus próprios websites sobre você. Há algo como que centenas sobre centenas de sites sobre você.
MJ: Sim, sim.
SB: Como dá conta disso? Quero dizer, todos têm fãs. è como quando conversamos sobre as Spice Girls outro dia. É claro que elas têm fãs, onde estão os fãs delas agora? Por que os seus fãs são tão 'duráveis'?
MJ: Eu acho que eles... Foi-me dado o dom por Deus e eu não tenho sido o tipo de artista "hoje aqui, amanhã se foi" e isso permite que as pessoas, o público, cresça comigo. Quando crescem comigo é mais um contato emocional e eles se sentem ligados à mim como se eu fosse um irmão. Eu tenho pessoas que vêm até mim e dizem, "Michael!" começam a conversar, me agarrando como se eu fosse um irmão. E eu ajo como se fosse mesmo, sabe, você deixar que deixar a coisa ir. Eles realmente sentem que você pertence à eles.
SB: Você os tem conhecido pela vida inteira?
MJ: Sim, a minha vida toda e eu tenho que deixar a coisa seguir. Por que eu estou nas paredes deles, eles me ouvem pela manhã, e há fotos em todos os lugares. É como um templo e alguns religiosos dizem que é idolatria, mas eu não acredito que seja.
SB: Okay, por que não é idolatria?
MJ: Eu nunca escrevi antes, nem ouvi antes os fãs afirmando que eu sou um deus. Talvez haja alguns banners que dizem " Você é deus!" Temos filmagens assim, mas não as mostramos na TV. Temos banners que dizem isso. Eu não acho que seja algo mau, pois eu estou falando de amor, vamos restaurar a família...
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
POST 27 - AMBIÇÃO E PACIÊNCIA ,INVEJA E PERDÃO ,RAIVA DA IMPRENSA
SB: Eu vejo como as pessoas tentam ter um pedacinho de você. Eles querem trilhar sua trilha de fama. Querem ser vistas com você, fotografadas com você. Mas há pessoas que se aproximaram de você e que te magoaram te machucaram, que te processaram. Você tem estórias para contar onde eles chegaram à você e dizer , "Me desculpe, eu usei você. Eu sinto muito mesmo!" Você tem estórias sobre perdão?
MJ: Eu desejo. Eu gostaria que fossem doces assim para admitir seus próprios erros.
SB: Nenhuma. Nunca? Ninguém veio à você para dizer, " Desculpe, Michael, mas naquela festa naquela noite aleguei conhecer você melhor do que eu conhecia. Eu usei seu nome para ir adiante."? Você já ouviu estórias assim, onde alguém disse, "Oh sim eu falei com esse cara, Ele disse que te conhecia tão bem. Ele disse que era seu melhor amigo. E você nunca tinha ouvido falar do cara?"
MJ: Acontece o tempo inteiro. Às vezes só para não partir o coração deles eu concordo que sei de quem estão falando, pois eu não quero envergonhar a pessoa.
SB: Então você diria, "Sim, sim, Eu sei de quem você está falando."?
MJ: Quando no que eu na verdade estou pensando que não sei de que inferno você está falando.
SB: Ninguém que tenha te magoado veio te pedir desculpas? Não houve um repórter que tenha dito, "Eu escrevi isso. Desculpe!"? Eu disse para o jornalista daquele jornal, “Como pôde escrever que o presidente Clinton [ no Angel Ball] estava publicamente se distanciando de Michael quando ele o mencionou no discurso dele por três vezes?" Eu repeti as referências no discurso para ele e ele de verdade disse, " Desculpe, eu estava dando a informação errada." Ele era um cara decente. Ele disse. " Eu vou corrigir isso amanhã." Mas você nunca teve que perdoar alguém em sua vida, Michael? Já perdoou alguém sem que pedissem? Você perdoou pessoas que te magoaram?
MJ: Na presença deles?
SB: No seu coração.
MJ: Claro.
SB: Você já viu alguém fazendo maldades e conseguiu perdoar mesmo assim?
MJ: Sim, por que eu fui ensinado biblicamente: "Perdoe-os, pois eles não sabem o que fazem." E você perdoa.
SB: Você acha que é uma pessoa melhor por isso?
MJ: Sim.
SB: Então você não tem raiva no seu coração por ninguém hoje?
MJ: Eu tenho raiva da imprensa. Eu fico muito amargo, louco e zangado com eles e fico bravo com aqueles que deliberadamente inflingem dor em crianças para ferí-las. As estórias sobre o que elas fazem nas guerras com as crianças. Eu sempre tento imaginar um jeito de fazer alguma coisa sobre isso.
SB: E enquanto ao perdão? Há pessoas que te magoaram. Crianças que brigam, mas que não guardam ressentimentos. Você consegue perdoar pessoas com todo o seu coração pessoas que te magoaram?
MJ: Sim.
SB: Mesmo que eu não tenha percebido isso. Mas quando eu mencionei Roseanne Barr para você, pois eu vou ao programa de TV dela frequentemente como convidado, eu mais tarde vi que ela fez um comentário negativo sobre você sem razão aparente.
MJ: Ela tem sido má comigo. Foi por isso que eu estava hesitando.
'Roseanne é uma amiga minha e eu servi como 'casamenteiro' para suas filhas na vida real em seu talk show. Roseanne, que é judia, queria que suas filhas casassem com judeus. Sendo ela uma mãe muito devota, eu estava procurando envolvê-la na nossa iniciativa de priorização da criança. Quando eu mencionei isso para Michael, ele ficou em silêncio. Era uma marca de seu cavalheirismo que ele não falasse mal de minha amiga para mim.'
Shmuley Boteach
Depois alguém contou para mim a razão para a hesitação de Michael, pois aparentemente Roseanne uma vez fez um comentário negativo sobre ele. Mas então, eu conheci Roseanne e poderia ser que ele tenha feito o comentário por gracinha.
SB: Você poderia me contar isso?
MJ: Eu não a ataquei de forma maliciosa.
SB: Eu vi isso. Consegue perdoá-los? Não há malícia no coração deles.
MJ: Sabe, " Eles não sabe o que fazem." Palavras de Jesus. Eles nem me conhecem. Não tem fundamento no que fazem. Como podem dizer isso... Eles nem mesmo me conhecem? Você acredita nas coisas que lê?
SB: Então é perdão total?
MJ: Sim, pois Roseanne veio até mim depois, toda encolhida, me elogiando e se sentindo mal por tudo aquilo.
SB: Você tem outros exemplos?
MJ: Madonna nunca pediu desculpas. Ela é invejosa.
SB: Ela queria ser a maior estrela do mundo?
MJ: Sim, ela é invejosa.
SB: Você não consegue entender isso. Você diria, "O quê você inveja? Você faz o seu e eu faço o meu..."
MJ: Mas ao mesmo tempo ela vinha ao meu show e chorava. Ela vinha e lágrimas rolavam do rosto dela pela canção e pela apresentação da canção. Há algumas qualidades nela.
SB: Há boas qualidades nela. Mas você está dizendo que ela permitia que a inveja dela mascarasse isso às vezes. Mas se alguém faz isso, eles não precisam pedir perdão pois você apenas iria perdoá-las?
MJ: Sim.
SB: Eu vi que você tentou uma negociação com Jay Leno. Você foi à uma caridade beneficente com Elizabeth Taylor e você estava vestindo um casaco vermelho.
MJ: Marron.
SB: Você viu Jay Leno e..?
MJ: Ele estava sentado à minha mesa com o presidente Ford, Sylvester Stallone, Elizabeth Taylor, Sydney Poitier. Quando ele chegou e se sentou, eu apenas fui até ele e comecei a brincar que o estrangulava por que ele sempre fazia piadas negativas sobre mim [pois ele sempre faz piadas negativas sobre Michael] e ele fazia, "Urgghhh. Urrrggghhhh." E então Elizabeth disse, " Tem dito coisas feias sobre Michael?" E ele, "Huh?" Mais tarde naquela noite ele apertou minha mão com uma expressão calorosa e no dia seguinte ele enviou cartas para escritório que diziam, " Michael disse que viria ao meu show. Podem arranjar para que ele venha?" Eu nunca disse isso. Então eu não sei o que fazer aqui. Então em vez de chegar num canto e dizer algo feio para ele, eu escolhi não fazer isso. Eu não faria isso. Não conseguiria evitar o que eu fiz com ele (risos) [ter brincado de estrangulá-lo].
SB: Isso é bonito. Todo mundo viu?
MJ: Sim, viram. Ele tinha um pescoço grande também. Eu não consegui envolver minhas mãos nele.
SB: E enquanto a Elizabeth Taylor que é tão afetuosa com você? Ela é como sua amiga mais íntima por muitos anos. E enquanto à ela, no contexto dessas qualidades infantis?
MJ: Somos ambos do mesmo lugar...
SB: Ela é leal, certo.
MJ: Ela é leal. Somos do mesmo lugar. Ela consegue se relacionar com o mundo com o qual eu vim. Ela é curiosa. Você olha nos olhos dela e sabe. É como falar telepaticamente. Você pode sentir isso, é de verdade, sem dizer uma palavra e eu sinto que é como vê-la pela primeira vez. É como o que eu tenho com Shirley Temple [Black]. Somos do mesmo mundo.
MJ: Eu desejo. Eu gostaria que fossem doces assim para admitir seus próprios erros.
SB: Nenhuma. Nunca? Ninguém veio à você para dizer, " Desculpe, Michael, mas naquela festa naquela noite aleguei conhecer você melhor do que eu conhecia. Eu usei seu nome para ir adiante."? Você já ouviu estórias assim, onde alguém disse, "Oh sim eu falei com esse cara, Ele disse que te conhecia tão bem. Ele disse que era seu melhor amigo. E você nunca tinha ouvido falar do cara?"
MJ: Acontece o tempo inteiro. Às vezes só para não partir o coração deles eu concordo que sei de quem estão falando, pois eu não quero envergonhar a pessoa.
SB: Então você diria, "Sim, sim, Eu sei de quem você está falando."?
MJ: Quando no que eu na verdade estou pensando que não sei de que inferno você está falando.
SB: Ninguém que tenha te magoado veio te pedir desculpas? Não houve um repórter que tenha dito, "Eu escrevi isso. Desculpe!"? Eu disse para o jornalista daquele jornal, “Como pôde escrever que o presidente Clinton [ no Angel Ball] estava publicamente se distanciando de Michael quando ele o mencionou no discurso dele por três vezes?" Eu repeti as referências no discurso para ele e ele de verdade disse, " Desculpe, eu estava dando a informação errada." Ele era um cara decente. Ele disse. " Eu vou corrigir isso amanhã." Mas você nunca teve que perdoar alguém em sua vida, Michael? Já perdoou alguém sem que pedissem? Você perdoou pessoas que te magoaram?
MJ: Na presença deles?
SB: No seu coração.
MJ: Claro.
SB: Você já viu alguém fazendo maldades e conseguiu perdoar mesmo assim?
MJ: Sim, por que eu fui ensinado biblicamente: "Perdoe-os, pois eles não sabem o que fazem." E você perdoa.
SB: Você acha que é uma pessoa melhor por isso?
MJ: Sim.
SB: Então você não tem raiva no seu coração por ninguém hoje?
MJ: Eu tenho raiva da imprensa. Eu fico muito amargo, louco e zangado com eles e fico bravo com aqueles que deliberadamente inflingem dor em crianças para ferí-las. As estórias sobre o que elas fazem nas guerras com as crianças. Eu sempre tento imaginar um jeito de fazer alguma coisa sobre isso.
SB: E enquanto ao perdão? Há pessoas que te magoaram. Crianças que brigam, mas que não guardam ressentimentos. Você consegue perdoar pessoas com todo o seu coração pessoas que te magoaram?
MJ: Sim.
SB: Mesmo que eu não tenha percebido isso. Mas quando eu mencionei Roseanne Barr para você, pois eu vou ao programa de TV dela frequentemente como convidado, eu mais tarde vi que ela fez um comentário negativo sobre você sem razão aparente.
MJ: Ela tem sido má comigo. Foi por isso que eu estava hesitando.
'Roseanne é uma amiga minha e eu servi como 'casamenteiro' para suas filhas na vida real em seu talk show. Roseanne, que é judia, queria que suas filhas casassem com judeus. Sendo ela uma mãe muito devota, eu estava procurando envolvê-la na nossa iniciativa de priorização da criança. Quando eu mencionei isso para Michael, ele ficou em silêncio. Era uma marca de seu cavalheirismo que ele não falasse mal de minha amiga para mim.'
Shmuley Boteach
Depois alguém contou para mim a razão para a hesitação de Michael, pois aparentemente Roseanne uma vez fez um comentário negativo sobre ele. Mas então, eu conheci Roseanne e poderia ser que ele tenha feito o comentário por gracinha.
SB: Você poderia me contar isso?
MJ: Eu não a ataquei de forma maliciosa.
SB: Eu vi isso. Consegue perdoá-los? Não há malícia no coração deles.
MJ: Sabe, " Eles não sabe o que fazem." Palavras de Jesus. Eles nem me conhecem. Não tem fundamento no que fazem. Como podem dizer isso... Eles nem mesmo me conhecem? Você acredita nas coisas que lê?
SB: Então é perdão total?
MJ: Sim, pois Roseanne veio até mim depois, toda encolhida, me elogiando e se sentindo mal por tudo aquilo.
SB: Você tem outros exemplos?
MJ: Madonna nunca pediu desculpas. Ela é invejosa.
SB: Ela queria ser a maior estrela do mundo?
MJ: Sim, ela é invejosa.
SB: Você não consegue entender isso. Você diria, "O quê você inveja? Você faz o seu e eu faço o meu..."
MJ: Mas ao mesmo tempo ela vinha ao meu show e chorava. Ela vinha e lágrimas rolavam do rosto dela pela canção e pela apresentação da canção. Há algumas qualidades nela.
SB: Há boas qualidades nela. Mas você está dizendo que ela permitia que a inveja dela mascarasse isso às vezes. Mas se alguém faz isso, eles não precisam pedir perdão pois você apenas iria perdoá-las?
MJ: Sim.
SB: Eu vi que você tentou uma negociação com Jay Leno. Você foi à uma caridade beneficente com Elizabeth Taylor e você estava vestindo um casaco vermelho.
MJ: Marron.
SB: Você viu Jay Leno e..?
MJ: Ele estava sentado à minha mesa com o presidente Ford, Sylvester Stallone, Elizabeth Taylor, Sydney Poitier. Quando ele chegou e se sentou, eu apenas fui até ele e comecei a brincar que o estrangulava por que ele sempre fazia piadas negativas sobre mim [pois ele sempre faz piadas negativas sobre Michael] e ele fazia, "Urgghhh. Urrrggghhhh." E então Elizabeth disse, " Tem dito coisas feias sobre Michael?" E ele, "Huh?" Mais tarde naquela noite ele apertou minha mão com uma expressão calorosa e no dia seguinte ele enviou cartas para escritório que diziam, " Michael disse que viria ao meu show. Podem arranjar para que ele venha?" Eu nunca disse isso. Então eu não sei o que fazer aqui. Então em vez de chegar num canto e dizer algo feio para ele, eu escolhi não fazer isso. Eu não faria isso. Não conseguiria evitar o que eu fiz com ele (risos) [ter brincado de estrangulá-lo].
SB: Isso é bonito. Todo mundo viu?
MJ: Sim, viram. Ele tinha um pescoço grande também. Eu não consegui envolver minhas mãos nele.
SB: E enquanto a Elizabeth Taylor que é tão afetuosa com você? Ela é como sua amiga mais íntima por muitos anos. E enquanto à ela, no contexto dessas qualidades infantis?
MJ: Somos ambos do mesmo lugar...
SB: Ela é leal, certo.
MJ: Ela é leal. Somos do mesmo lugar. Ela consegue se relacionar com o mundo com o qual eu vim. Ela é curiosa. Você olha nos olhos dela e sabe. É como falar telepaticamente. Você pode sentir isso, é de verdade, sem dizer uma palavra e eu sinto que é como vê-la pela primeira vez. É como o que eu tenho com Shirley Temple [Black]. Somos do mesmo mundo.
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